Letra de Tempos de Infância - Os Farrapos
Disco A
01
Marcas do Pampa
02
Macaco Velho
03
Não Tá Morto Quem Peleia
04
Fandango dos Bugios
05
Mate Amargo
06
Sangue Crioulo
07
Dançando e Gritando
08
Queixo Seco
09
Baile na Costa
10
Xote Encastiçado
11
Pensando na Gabriela
12
Tempos de Infância
13
Pampa na Garupa
14
Gaita da Bossoroca
15
Tchê
16
Passo do Bugio
17
Ala Pucha
18
Reliquia
19
Aquerenciando Saudade
20
Só Vou no Bastantão
21
Carreta
Tempos de Infância
(Silas Inácio)
Ainda me lembro do´ meus tempos de infância
Quando eu morava num ranchinho beira-chão
Lá na campanha, bem distante da cidade
Esta saudade balança meu coração
Dos bailezito´ que eu ia com minha amada
Hoje em meu peito só ficou recordação
Quanta saudade tenho daquele lugar
Se um dia eu voltar pra lá, de lá não saio mais, não
Hei, saudade, montar em pelo no lombo do alazão
Hei, saudade, de madrugada repontar a criação
Eu hoje vivo no terreiro da cidade
Lembrando os tempo´ tão feliz´ que já passou
Fiz esses versos relembrando a mocidade
Tudo pra mim na vida modificou
Não ouço mais o cantar dos passarinhos
De manhã cedo lá no fundo do capão
Quanta saudade tenho daquele lugar
Se um dia eu voltar pra lá, de lá não saio mais, não
Hei, saudade, montar em pelo no lombo do alazão
Hei, saudade, de madrugada repontar a criação
Ainda me lembro do´ meus tempos de infância
Quando eu morava num ranchinho beira-chão
Lá na campanha, bem distante da cidade
Esta saudade balança meu coração
Dos bailezito´ que eu ia com minha amada
Hoje em meu peito só ficou recordação
Quanta saudade tenho daquele lugar
Se um dia eu voltar pra lá, de lá não saio mais, não
Hei, saudade, montar em pelo no lombo do alazão
Hei, saudade, de madrugada repontar a criação
Eu hoje vivo no terreiro da cidade
Lembrando os tempo´ tão feliz´ que já passou
Fiz esses versos relembrando a mocidade
Tudo pra mim na vida modificou
Não ouço mais o cantar dos passarinhos
De manhã cedo lá no fundo do capão
Quanta saudade tenho daquele lugar
Se um dia eu voltar pra lá, de lá não saio mais, não
Hei, saudade, montar em pelo no lombo do alazão
Hei, saudade, de madrugada repontar a criação