Letra de Me Comparando ao Rio Grande - Os Farrapos
Disco A
01
Gaúcho eu Sou
02
Cancha das Três Figueiras
03
Tapando o Sol com Peneira
04
Vaneirão Socadinho
05
No Calor do Meu Rancho
06
Milonga do Ponche Verde
07
Feijão com Arroz
08
Mulher Velha
09
Nossa História
10
Oficio de Cantador
11
Carinho Bagual
12
Pampa Gigante
13
A Dança dos Compadres
14
Chiquita
15
Unha Encravada
16
Amor Sem Fronteira
17
Caçador de Bentevi
18
Tico-tico no Fubá
19
Me Comparando ao Rio Grande
20
Doze Braças
Me Comparando ao Rio Grande
Sou grito do quero-quero
No alto de uma coxilha
Sou herança das batalhas
Da epopéia farroupilha
Sou rangido de carreta
Atravessando picadas
Sou o próprio carreteiro
Êra boi, êra boiada
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
Sou velha cambona preta
Dependurada nos tentos
Sou o chapéu do domador
Tapeado de contra o vento
Sou rancho de pau-a-pique
À beira de uma estrada
Onde descansa o tropeiro
Pra seguir sua jornada
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
Sou a cor verde do pampa
Nas manhãs de primavera
Sou cacimba de água pura
Nos fundos de uma tapera
Sou lua, sou céu, sou terra
Sou planta que alguém plantou
Sou a própria natureza
Que o patrão velho criou
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
(Êra boi!
Êra boi... sai daí cusco!
Eita cusco que só atrapalha...
Sai daí cachorro! Êra boi...
Jaguaré... boi fumaça... jaguaré...
Êra boi, jaguaré... Êra boi!!!
Fumaça boi.. encosta! encosta!
Êra boi! Êra! sai daí, cusco...)
No alto de uma coxilha
Sou herança das batalhas
Da epopéia farroupilha
Sou rangido de carreta
Atravessando picadas
Sou o próprio carreteiro
Êra boi, êra boiada
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
Sou velha cambona preta
Dependurada nos tentos
Sou o chapéu do domador
Tapeado de contra o vento
Sou rancho de pau-a-pique
À beira de uma estrada
Onde descansa o tropeiro
Pra seguir sua jornada
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
Sou a cor verde do pampa
Nas manhãs de primavera
Sou cacimba de água pura
Nos fundos de uma tapera
Sou lua, sou céu, sou terra
Sou planta que alguém plantou
Sou a própria natureza
Que o patrão velho criou
Êra êra boi brasino
Êra êra boi pitanga
Boi fumaça, jaguaré
Olha a canga...
(Êra boi!
Êra boi... sai daí cusco!
Eita cusco que só atrapalha...
Sai daí cachorro! Êra boi...
Jaguaré... boi fumaça... jaguaré...
Êra boi, jaguaré... Êra boi!!!
Fumaça boi.. encosta! encosta!
Êra boi! Êra! sai daí, cusco...)