Letra de Feijão com Arroz - Os Farrapos
Disco A
01
Gaúcho eu Sou
02
Cancha das Três Figueiras
03
Tapando o Sol com Peneira
04
Vaneirão Socadinho
05
No Calor do Meu Rancho
06
Milonga do Ponche Verde
07
Feijão com Arroz
08
Mulher Velha
09
Nossa História
10
Oficio de Cantador
11
Carinho Bagual
12
Pampa Gigante
13
A Dança dos Compadres
14
Chiquita
15
Unha Encravada
16
Amor Sem Fronteira
17
Caçador de Bentevi
18
Tico-tico no Fubá
19
Me Comparando ao Rio Grande
20
Doze Braças
Feijão com Arroz
Esse xote eu inventei
Num feitio bem caseiro com uma gaita e um violão
E esta voz bem natural
E esse toque regional do rincão ou do sertão.
Já vem em cima da hora
E o que tem que fazer agora não se deixa pra depois...
Preocupado com esse trote
Tão dizendo que o meu xote é uma feijão com arroz.
Olha o feijão com arroz
Olha o arroz com feijão .
Tá no prato meu irmão
A comida do povão.
Esse meu xote é quadrado
E não foi bem falquejado, maio as pressas feito a mão
Ponta baixo, ponta a cima
Fui juntando algumas rimas pra fazer esta canção.
Uso como ferramenta
Uma idéia que inventa sem nenhuma pretensão
Quem canta seu mal espanta
E eu carrego na garganta a poeira do meu chão.
Por não ter muita iguaria
Eu fiz uma economia improvisei um revirado
Temperei com a bateria
E a guitarra na harmonia, um contra baixo e um teclado.
Esse prato não tem luxo
É no estilo gaúcho dê-lhe gaita e cantoria
Com este arroz com feijão
Faço minha profissão e ganho o pão de cada dia.
Num feitio bem caseiro com uma gaita e um violão
E esta voz bem natural
E esse toque regional do rincão ou do sertão.
Já vem em cima da hora
E o que tem que fazer agora não se deixa pra depois...
Preocupado com esse trote
Tão dizendo que o meu xote é uma feijão com arroz.
Olha o feijão com arroz
Olha o arroz com feijão .
Tá no prato meu irmão
A comida do povão.
Esse meu xote é quadrado
E não foi bem falquejado, maio as pressas feito a mão
Ponta baixo, ponta a cima
Fui juntando algumas rimas pra fazer esta canção.
Uso como ferramenta
Uma idéia que inventa sem nenhuma pretensão
Quem canta seu mal espanta
E eu carrego na garganta a poeira do meu chão.
Por não ter muita iguaria
Eu fiz uma economia improvisei um revirado
Temperei com a bateria
E a guitarra na harmonia, um contra baixo e um teclado.
Esse prato não tem luxo
É no estilo gaúcho dê-lhe gaita e cantoria
Com este arroz com feijão
Faço minha profissão e ganho o pão de cada dia.