Letra de Carinho Bagual - Os Farrapos
Disco A
01
Gaúcho eu Sou
02
Cancha das Três Figueiras
03
Tapando o Sol com Peneira
04
Vaneirão Socadinho
05
No Calor do Meu Rancho
06
Milonga do Ponche Verde
07
Feijão com Arroz
08
Mulher Velha
09
Nossa História
10
Oficio de Cantador
11
Carinho Bagual
12
Pampa Gigante
13
A Dança dos Compadres
14
Chiquita
15
Unha Encravada
16
Amor Sem Fronteira
17
Caçador de Bentevi
18
Tico-tico no Fubá
19
Me Comparando ao Rio Grande
20
Doze Braças
Carinho Bagual
Fiquei mateando solito, meu rancho quase tapera
A chinoca foi embora e eu tenteando numa espera
Ouvi uma voz me chamando e um rangido de cancela
Espiei pela janela, era ela, era ela!
Abri a porta do rancho pra um abraço bem chinchado
Quase com muito obrigado, foi bom você ter chegado
Me falou arrependida: - no povoeiro me dei mal
Faltou erva pro meu mate e teu carinho bagual.
Preparei uma chimarrão à capricho pra nós dois
Prosa vai, prosa vem e a desculpa entre nós dois
Tu trocou o nosso rancho pelo luxo da cidade
Eu sofri barbaridade, de saudade, de saudade!
Até mesmo o pangaré que andava da cara feia
Coma tua chegada mulher, bate palmas com as orelhas -
Me falou arrependida: - no povoeiro me dei mal
Faltou erva pro meu mate e teu carinho bagual.
Tu nasceu pra ser chinoca, eu nasci pra ser xirú,
Não pode viver sem eu e eu não sei viver sem tu -
Nós nascemos um pro outro para o que der e vier
Não te bobeia mulher, por que eu sei que tu me quer.
O nosso rancho é pequeno mas cabe bem tu e eu
Vamos deixar de lado ainda, tu é minha e eu sou teu,
Ou bem ou mal, ou mal ou bem; ou mal ou bem ou bem ou mal
Tu já tem erva pro teu mate e o meu carinho bagual.
A chinoca foi embora e eu tenteando numa espera
Ouvi uma voz me chamando e um rangido de cancela
Espiei pela janela, era ela, era ela!
Abri a porta do rancho pra um abraço bem chinchado
Quase com muito obrigado, foi bom você ter chegado
Me falou arrependida: - no povoeiro me dei mal
Faltou erva pro meu mate e teu carinho bagual.
Preparei uma chimarrão à capricho pra nós dois
Prosa vai, prosa vem e a desculpa entre nós dois
Tu trocou o nosso rancho pelo luxo da cidade
Eu sofri barbaridade, de saudade, de saudade!
Até mesmo o pangaré que andava da cara feia
Coma tua chegada mulher, bate palmas com as orelhas -
Me falou arrependida: - no povoeiro me dei mal
Faltou erva pro meu mate e teu carinho bagual.
Tu nasceu pra ser chinoca, eu nasci pra ser xirú,
Não pode viver sem eu e eu não sei viver sem tu -
Nós nascemos um pro outro para o que der e vier
Não te bobeia mulher, por que eu sei que tu me quer.
O nosso rancho é pequeno mas cabe bem tu e eu
Vamos deixar de lado ainda, tu é minha e eu sou teu,
Ou bem ou mal, ou mal ou bem; ou mal ou bem ou bem ou mal
Tu já tem erva pro teu mate e o meu carinho bagual.