Letra de Sacudindo A Crina - Volnei Gomes
Disco A
01
Cantor e Campeiro
02
O Meu Cavalo Crioulo
03
Remendando Os "tareco"
04
São As Armas Que Conheço
05
Bailando E Matando A Sede
06
Tropa De Loco
07
Baile Nativo
08
De Mano A Mano
09
Gaiteiro Serrano
10
Cantando O Rio Grande
11
Não Chora, Morena
12
Sacudindo A Crina
13
Com A Saudade Nos Olhos
Sacudindo A Crina
(Dionísio Costa)
Na hospitalidade de um rancho sem luxo
É aonde um gaúcho é bem mais feliz
Curtido no tempo, a poeira e fumaça
É um templo da raça no sul do país
Ali o Rio Grande no sangue rebrota
Cadenciando as notas que vem da vaneira
E a cordeona arteira, fazendo folia
Reponta alegria pela sala inteira
E o taura se solta, sacudindo a crina
E o cheiro da china no ar sarandeia
E o xucrismo guapo na gaita se acampa
E a alma do pampa num surungo apeia
Quando uma cordeona, sagrado instrumento
Faz um chamamento pra bailar de novo
A alma do pampa ali se retrata
Bailando resgata a grandeza de um povo
São essas noitadas de amor à querência
Pela convivência de seres iguais
Que mostram pro mundo o nosso civismo
E que o gauchismo não morre jamais
E o taura se solta, sacudindo a crina...
Na hospitalidade de um rancho sem luxo
É aonde um gaúcho é bem mais feliz
Curtido no tempo, a poeira e fumaça
É um templo da raça no sul do país
Ali o Rio Grande no sangue rebrota
Cadenciando as notas que vem da vaneira
E a cordeona arteira, fazendo folia
Reponta alegria pela sala inteira
E o taura se solta, sacudindo a crina
E o cheiro da china no ar sarandeia
E o xucrismo guapo na gaita se acampa
E a alma do pampa num surungo apeia
Quando uma cordeona, sagrado instrumento
Faz um chamamento pra bailar de novo
A alma do pampa ali se retrata
Bailando resgata a grandeza de um povo
São essas noitadas de amor à querência
Pela convivência de seres iguais
Que mostram pro mundo o nosso civismo
E que o gauchismo não morre jamais
E o taura se solta, sacudindo a crina...