Letra de Cantor e Campeiro - Volnei Gomes
Disco A
01
Cantor e Campeiro
02
O Meu Cavalo Crioulo
03
Remendando Os "tareco"
04
São As Armas Que Conheço
05
Bailando E Matando A Sede
06
Tropa De Loco
07
Baile Nativo
08
De Mano A Mano
09
Gaiteiro Serrano
10
Cantando O Rio Grande
11
Não Chora, Morena
12
Sacudindo A Crina
13
Com A Saudade Nos Olhos
Cantor e Campeiro
(Léo Ribeiro/Volnei Gomes)
Forjei minha alma na lida campeira
Nas rondas tropeiras timbrei minha voz
Ouvi e guardei tudo que disseram
Aqueles que vieram bem antes de nós
Por isto que canto com garbo e entono
Meu verso tem dono, pois sei do que falo
De tiro de laço, de campo e mangueira
Lavoura e bicheira, arreio e cavalo
Cantor e campeiro, campeiro e cantor
Mescla de valor, de sonho e raiz
No braço eu garanto minha vida no pampa
E no verso a garganta retrata o que fiz
Com tentos de couro eu tranço uma rima
Com tufos de crina eu rabisco poema
Eu conto de coisas do mundo em que vivo
Rio Grande nativo da pele morena
Sou o bem-te-vi catando gravetos
Eu sou o soneto escrito no chão
Sou a guajuvira que o vento balança
Eu sou a esperança do velho trancão
Cantor e campeiro, campeiro e cantor...
Pra mim não existe estampa mais linda
Que a tarde que finda no rancho pra fora
Varzedo estendido e um touro berrando
Peonada voltando e sacando as esporas
Por isto que exalto este meu universo
Minha vida e meu verso são coisas iguais
Quem canta sua terra, seu pago e sua gente
Semeia a semente e não morre jamais
Cantor e campeiro, campeiro e cantor...
Forjei minha alma na lida campeira
Nas rondas tropeiras timbrei minha voz
Ouvi e guardei tudo que disseram
Aqueles que vieram bem antes de nós
Por isto que canto com garbo e entono
Meu verso tem dono, pois sei do que falo
De tiro de laço, de campo e mangueira
Lavoura e bicheira, arreio e cavalo
Cantor e campeiro, campeiro e cantor
Mescla de valor, de sonho e raiz
No braço eu garanto minha vida no pampa
E no verso a garganta retrata o que fiz
Com tentos de couro eu tranço uma rima
Com tufos de crina eu rabisco poema
Eu conto de coisas do mundo em que vivo
Rio Grande nativo da pele morena
Sou o bem-te-vi catando gravetos
Eu sou o soneto escrito no chão
Sou a guajuvira que o vento balança
Eu sou a esperança do velho trancão
Cantor e campeiro, campeiro e cantor...
Pra mim não existe estampa mais linda
Que a tarde que finda no rancho pra fora
Varzedo estendido e um touro berrando
Peonada voltando e sacando as esporas
Por isto que exalto este meu universo
Minha vida e meu verso são coisas iguais
Quem canta sua terra, seu pago e sua gente
Semeia a semente e não morre jamais
Cantor e campeiro, campeiro e cantor...