Letra de O Meu Cavalo Crioulo - Volnei Gomes
Disco A
01
Cantor e Campeiro
02
O Meu Cavalo Crioulo
03
Remendando Os "tareco"
04
São As Armas Que Conheço
05
Bailando E Matando A Sede
06
Tropa De Loco
07
Baile Nativo
08
De Mano A Mano
09
Gaiteiro Serrano
10
Cantando O Rio Grande
11
Não Chora, Morena
12
Sacudindo A Crina
13
Com A Saudade Nos Olhos
O Meu Cavalo Crioulo
(Léo Ribeiro/Volnei Gomes)
Tem três coisas nesse mundo que eu mantenho devoção
É um sorriso de prenda, um bordonear de violão
E um cavalo crioulo pateando no meu galpão
Por vaqueano e por campeiro não me gusta andar a pé
Só faço força na perna pra bailar um chamamé
No más, fico enforquilhado num flete lá de Bagé
O meu cavalo é um crioulo de linhagem lusitana
É um tesouro que trago por debaixo da badana
Resquício de Andaluzia na geografia pampeana
Quando me pilcho a preceito nestas manhãs de domingo
E "fróxo" as rédeas do zaino rumo ao bolicho do gringo
Bombeio um centauro negro na minha sombra e do pingo
Tem três coisas neste mundo que eu mantenho devoção...
Os ancestrais de meu flete, potrada de capataz
Foram selvagens na guerra e de confiança na paz
Na seleção natural deram buenachos, no más
Primeiro nas mãos dos índios e agora nas minhas mãos
Este crioulo que veio para tornar-se um brasão
Tranqueia em qualquer terreno, parceiro em qualquer função
Quando me pilcho a preceito nestas manhãs de domingo
E "fróxo" as rédeas do zaino rumo ao bolicho do gringo
Bombeio um centauro negro na minha sombra e do pingo
Tem três coisas neste mundo que eu mantenho devoção...
Tem três coisas nesse mundo que eu mantenho devoção
É um sorriso de prenda, um bordonear de violão
E um cavalo crioulo pateando no meu galpão
Por vaqueano e por campeiro não me gusta andar a pé
Só faço força na perna pra bailar um chamamé
No más, fico enforquilhado num flete lá de Bagé
O meu cavalo é um crioulo de linhagem lusitana
É um tesouro que trago por debaixo da badana
Resquício de Andaluzia na geografia pampeana
Quando me pilcho a preceito nestas manhãs de domingo
E "fróxo" as rédeas do zaino rumo ao bolicho do gringo
Bombeio um centauro negro na minha sombra e do pingo
Tem três coisas neste mundo que eu mantenho devoção...
Os ancestrais de meu flete, potrada de capataz
Foram selvagens na guerra e de confiança na paz
Na seleção natural deram buenachos, no más
Primeiro nas mãos dos índios e agora nas minhas mãos
Este crioulo que veio para tornar-se um brasão
Tranqueia em qualquer terreno, parceiro em qualquer função
Quando me pilcho a preceito nestas manhãs de domingo
E "fróxo" as rédeas do zaino rumo ao bolicho do gringo
Bombeio um centauro negro na minha sombra e do pingo
Tem três coisas neste mundo que eu mantenho devoção...