Letra de De Mano A Mano - Volnei Gomes
Disco A
01
Cantor e Campeiro
02
O Meu Cavalo Crioulo
03
Remendando Os "tareco"
04
São As Armas Que Conheço
05
Bailando E Matando A Sede
06
Tropa De Loco
07
Baile Nativo
08
De Mano A Mano
09
Gaiteiro Serrano
10
Cantando O Rio Grande
11
Não Chora, Morena
12
Sacudindo A Crina
13
Com A Saudade Nos Olhos
De Mano A Mano
(Mauro Ferreira)
Finquei o freio pela cabeça e larguei pro campo pra pelichar
O meu lobuno que, pelo jeito, vai ficar velho sem se amansar
Com quinze dias já garra estado e, apoderado, me dá calor
E vem pras garra' todo sestroso me errando coice no tirador
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela
Tu não tem pena dos meus fundilho', eu não tenho pena da' tuas costela'
Ah, meu lobuno, vamo' de novo que a vida é um jogo e vale a parada
Ou eu te parto dum rebencaço ou tu me estraga numa bolcada
Todo domingo vou pro bolicho, se eu gosto disso, o lobuno não
E, contrariado com a judiação, solta trovão de frouxá o rabicho
Matungo infame, não se dá conta que lá se apronta logo que eu chego
Uma chinona das perna gorda' bem do tamanho dos meus pelegos
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela...
Vem corcoveando galpão adentro, oiga lobuno do lombo "xujo"
Mas eu me agarro sentando a ripa e o nó nas tripa' me aperta o cujo
De mano a mano vamos tenteando, pois chora menos quem pode mais
Este crioulo peito de ganso me deu por manso Dom Avelar
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela...
Finquei o freio pela cabeça e larguei pro campo pra pelichar
O meu lobuno que, pelo jeito, vai ficar velho sem se amansar
Com quinze dias já garra estado e, apoderado, me dá calor
E vem pras garra' todo sestroso me errando coice no tirador
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela
Tu não tem pena dos meus fundilho', eu não tenho pena da' tuas costela'
Ah, meu lobuno, vamo' de novo que a vida é um jogo e vale a parada
Ou eu te parto dum rebencaço ou tu me estraga numa bolcada
Todo domingo vou pro bolicho, se eu gosto disso, o lobuno não
E, contrariado com a judiação, solta trovão de frouxá o rabicho
Matungo infame, não se dá conta que lá se apronta logo que eu chego
Uma chinona das perna gorda' bem do tamanho dos meus pelegos
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela...
Vem corcoveando galpão adentro, oiga lobuno do lombo "xujo"
Mas eu me agarro sentando a ripa e o nó nas tripa' me aperta o cujo
De mano a mano vamos tenteando, pois chora menos quem pode mais
Este crioulo peito de ganso me deu por manso Dom Avelar
Ah, meu lobuno, vamo' de mano que a vida é mansa, mas atropela...