Letra de Tudo é Milonga Pra Mim - Jari Terres
Disco A
01
Cantando Pra Quem Doma
02
Canto de Lida e Tempo
03
Assombração
04
De Rédeas Na Mão
05
Compondo os Arreios
06
Décima Do Pelego Atado
07
Meu Canto Antigo
08
Campo Afora
09
Um Verso De Noite Linda
10
Quando Canto Uma Milonga
11
Ao Passo Que a Vida Passa
12
A Sombra e Seus Desalentos
13
Até o Dia de Voltar
14
Camino Del Entrerriano
15
Reliquias
16
No Coração do Meu Pago
17
De Chegada
18
Chinoca Menina Flor
Disco B
01
Um Retrato do Berega
02
Milonga do Carreteiro
03
Guitarra, Tempo e Saudade
04
Depois Das Estradas
05
De Tropa e Inverno
06
El Rancho e La Cambicha
07
Por Estas Chuvas de Julho
08
Décima do Canto Verde
09
Tudo é Milonga Pra Mim
10
Milonga do Campo a Fora
11
Coisas De Campo
12
Recuerdo
13
Do Rumo Dos Teus Olhos
14
Versos de Campo
15
Meu Verso a Wilson Souza
16
Na Invernada do Vento
17
Estampa Domingueira
Tudo é Milonga Pra Mim
Tudo pra mim é milonga
Tudo é milonga pra mim
Até o tirim´ da minha espora
Milongueia no capim
Até quando o vento norte
Castiga as tardes de agosto
Escuto os fios do alambrado
Milongueando no sol posto
Escuto os fios do alambrado
Milongueando no sol posto
Quando um teatino refuga
E eu desato os quatro tentos
Ouço o bufo da milonga
Se esparramando no vento
Quando a argola beija a aspa
E o meu trançado se alonga
Chego a escutar os acordes
De um bordonear de milonga
Me disse um cantor paisano
Da terra de san martín
Carrego a pátria na goela
Por isso que canto assim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
Outra milonga pra mim
É o rangido do arreio
Tocando de contraponto
Com a barbela do freio
Até o latir de um cachorro
Atrás de um sorro matreiro
Retumba cabeça adentro
Soluços de um milongueiro
Retumba cabeça adentro
Soluços de um milongueiro
À tarde, quando mateio
No oitão do rancho, sozinho
Ouço duetos de milongas
No bico dos passarinhos
Nas noites que perco o sono
Minh’alma sai por aí
Mangueia velhas milongas
E traz pra eu poder dormir
Me disse um cantor paisano
Da terra de san martín
Carrego a pátria na goela
Por isso que canto assim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
Tudo é milonga pra mim
Até o tirim´ da minha espora
Milongueia no capim
Até quando o vento norte
Castiga as tardes de agosto
Escuto os fios do alambrado
Milongueando no sol posto
Escuto os fios do alambrado
Milongueando no sol posto
Quando um teatino refuga
E eu desato os quatro tentos
Ouço o bufo da milonga
Se esparramando no vento
Quando a argola beija a aspa
E o meu trançado se alonga
Chego a escutar os acordes
De um bordonear de milonga
Me disse um cantor paisano
Da terra de san martín
Carrego a pátria na goela
Por isso que canto assim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
Outra milonga pra mim
É o rangido do arreio
Tocando de contraponto
Com a barbela do freio
Até o latir de um cachorro
Atrás de um sorro matreiro
Retumba cabeça adentro
Soluços de um milongueiro
Retumba cabeça adentro
Soluços de um milongueiro
À tarde, quando mateio
No oitão do rancho, sozinho
Ouço duetos de milongas
No bico dos passarinhos
Nas noites que perco o sono
Minh’alma sai por aí
Mangueia velhas milongas
E traz pra eu poder dormir
Me disse um cantor paisano
Da terra de san martín
Carrego a pátria na goela
Por isso que canto assim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim
E até o relincho de um potro
É uma milonga pra mim