Letra de Meu Canto Antigo - Jari Terres
Disco A
01
Cantando Pra Quem Doma
02
Canto de Lida e Tempo
03
Assombração
04
De Rédeas Na Mão
05
Compondo os Arreios
06
Décima Do Pelego Atado
07
Meu Canto Antigo
08
Campo Afora
09
Um Verso De Noite Linda
10
Quando Canto Uma Milonga
11
Ao Passo Que a Vida Passa
12
A Sombra e Seus Desalentos
13
Até o Dia de Voltar
14
Camino Del Entrerriano
15
Reliquias
16
No Coração do Meu Pago
17
De Chegada
18
Chinoca Menina Flor
Disco B
01
Um Retrato do Berega
02
Milonga do Carreteiro
03
Guitarra, Tempo e Saudade
04
Depois Das Estradas
05
De Tropa e Inverno
06
El Rancho e La Cambicha
07
Por Estas Chuvas de Julho
08
Décima do Canto Verde
09
Tudo é Milonga Pra Mim
10
Milonga do Campo a Fora
11
Coisas De Campo
12
Recuerdo
13
Do Rumo Dos Teus Olhos
14
Versos de Campo
15
Meu Verso a Wilson Souza
16
Na Invernada do Vento
17
Estampa Domingueira
Meu Canto Antigo
A minha pele de pelo-duro que sou
Um brasão que me legou a coragem que herdei
Sou fronteiriço, missioneiro ou castelhano
Argentino e orelhano das fronteiras que passei
Eu sinto orgulho da origem dos meus traços
Da rudeza de meus braços que um deus gaúcho criou
Pra defender o que era meu de legado
Minha pátria, meu estado e o que de simples restou
Pra defender o que era meu de legado
Minha pátria, meu estado e o que de simples restou
Eu sou do pampa e me estampo num retrato
Que um pelo-duro de fato possui sua alma tão pura
Que só precisa de uma milonga, uma polca
Pois quem vive a sua volta comunga a mesma cultura
Que só precisa de uma milonga, uma polca
Pois quem vive a sua volta comunga a mesma cultura
Se o´ teus olhos, quais os meus, que sem ganância
Se fechassem pra arrogância que alguns têm contra nós
Já saberia que o pelo-duro é do chão
E lutar por seu rincão vem do tempo dos avós
Não vendo canto, nem alugo pra ninguém
Eu canto o que me convém, sou pelo-duro e fronteira
Meu canto é sul e vem das rabecas de crinas
Das vidalas argentinas de uma estirpe galponeira
Meu canto é sul e vem das rabecas de crinas
Das vidalas argentinas de uma estirpe galponeira
Por isso, escutem, meus amigos do lugar
Eu vim aqui pra cantar ao coração do meu povo
Do mesmo cerne, três pátrias e uma guitarra
E quando um se desgarra, volta pra terra de novo
Do mesmo cerne, três pátrias e uma guitarra
E quando um se desgarra, volta pra terra de novo
Um brasão que me legou a coragem que herdei
Sou fronteiriço, missioneiro ou castelhano
Argentino e orelhano das fronteiras que passei
Eu sinto orgulho da origem dos meus traços
Da rudeza de meus braços que um deus gaúcho criou
Pra defender o que era meu de legado
Minha pátria, meu estado e o que de simples restou
Pra defender o que era meu de legado
Minha pátria, meu estado e o que de simples restou
Eu sou do pampa e me estampo num retrato
Que um pelo-duro de fato possui sua alma tão pura
Que só precisa de uma milonga, uma polca
Pois quem vive a sua volta comunga a mesma cultura
Que só precisa de uma milonga, uma polca
Pois quem vive a sua volta comunga a mesma cultura
Se o´ teus olhos, quais os meus, que sem ganância
Se fechassem pra arrogância que alguns têm contra nós
Já saberia que o pelo-duro é do chão
E lutar por seu rincão vem do tempo dos avós
Não vendo canto, nem alugo pra ninguém
Eu canto o que me convém, sou pelo-duro e fronteira
Meu canto é sul e vem das rabecas de crinas
Das vidalas argentinas de uma estirpe galponeira
Meu canto é sul e vem das rabecas de crinas
Das vidalas argentinas de uma estirpe galponeira
Por isso, escutem, meus amigos do lugar
Eu vim aqui pra cantar ao coração do meu povo
Do mesmo cerne, três pátrias e uma guitarra
E quando um se desgarra, volta pra terra de novo
Do mesmo cerne, três pátrias e uma guitarra
E quando um se desgarra, volta pra terra de novo