Letra de Tropa de Toras - Ênio Medeiros
Disco A
01
Décimas Prá Um Aba Quinze
02
Vaneira Macharrona
03
Marcação
04
Ginete de Rodeio
05
Bugio Do Paraíso
06
Travessão de Cincha
07
Rancheira do Canário
08
Esse Aporreado Conhaque
09
Relato de um Ginête
10
Quando Os Cinamomos Perdem As Folhas
11
Tropa de Toras
12
Crescente Macarrona
13
Cavalo das Américas
14
Arte, Coragem E Bravura
15
Mãe Lavadeira
16
Regalo a Don Guita
17
Mostrando a Cara
Tropa de Toras
Letra: Beto Jordani
"Na mataria dos novos
Iam apartando as toras
Para formar a balsa
Qual um rodeio de tropa
Lá no remanso do rio
Os troncos esperavam mansos
De sinuelo, as corticeiras
Ajoujadas c'os cipós"
Os balseiros esperavam
A enchente do Jacuí
Emparelhar as barrancas
Afogando os sarandis
Parceiro, chegou a hora
de mostrar o teu valor
Largando a tropa de toras
Na correnteza do corredor
Pra balsa não estourar
Firmes nos remos rezando
Lá se foram rio abaixo
Entre gritos de upa e vamos
Pra balsa não estourar
Firmes nos remos rezando
Lá se foram rio abaixo
Entre gritos de upa e vamos
"Vamo', vamo', turma, segura, pega pra direita, vamos lá, vamo'. Força, força, turma, vamo'."
Nos corcovos das corredeiras
Balseiros viravam ginetes
Aguentando o pulo das toras
Agarrados nos porretes
No tombo do Pau-a-Pique
Só algum cerne restou
Ficou pra contar a história
Da balsa que arrebentou
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Nos corcovos das corredeiras
Balseiros viravam ginete'
Aguentando o pulo das toras
Agarrado' nos porretes
No tombo do Pau-a-Pique
Só algum cerne restou
Ficou pra contar a história
Da balsa que arrebentou
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
"Na mataria dos novos
Iam apartando as toras
Para formar a balsa
Qual um rodeio de tropa
Lá no remanso do rio
Os troncos esperavam mansos
De sinuelo, as corticeiras
Ajoujadas c'os cipós"
Os balseiros esperavam
A enchente do Jacuí
Emparelhar as barrancas
Afogando os sarandis
Parceiro, chegou a hora
de mostrar o teu valor
Largando a tropa de toras
Na correnteza do corredor
Pra balsa não estourar
Firmes nos remos rezando
Lá se foram rio abaixo
Entre gritos de upa e vamos
Pra balsa não estourar
Firmes nos remos rezando
Lá se foram rio abaixo
Entre gritos de upa e vamos
"Vamo', vamo', turma, segura, pega pra direita, vamos lá, vamo'. Força, força, turma, vamo'."
Nos corcovos das corredeiras
Balseiros viravam ginetes
Aguentando o pulo das toras
Agarrados nos porretes
No tombo do Pau-a-Pique
Só algum cerne restou
Ficou pra contar a história
Da balsa que arrebentou
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Nos corcovos das corredeiras
Balseiros viravam ginete'
Aguentando o pulo das toras
Agarrado' nos porretes
No tombo do Pau-a-Pique
Só algum cerne restou
Ficou pra contar a história
Da balsa que arrebentou
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente
Só quem venceu o Jacuí
Volta pras casa' contente
Reunir tropa de toras
Pra tropear n'outra enchente