Letra de Décimas Prá Um Aba Quinze - Ênio Medeiros
Disco A
01
Décimas Prá Um Aba Quinze
02
Vaneira Macharrona
03
Marcação
04
Ginete de Rodeio
05
Bugio Do Paraíso
06
Travessão de Cincha
07
Rancheira do Canário
08
Esse Aporreado Conhaque
09
Relato de um Ginête
10
Quando Os Cinamomos Perdem As Folhas
11
Tropa de Toras
12
Crescente Macarrona
13
Cavalo das Américas
14
Arte, Coragem E Bravura
15
Mãe Lavadeira
16
Regalo a Don Guita
17
Mostrando a Cara
Décimas Prá Um Aba Quinze
Letra: Bento Nildo Goulart / André Oliveira
"Nasci pra ser peão campeiro
Desta minha pampa torena
Por pachola e bem pilchado
Eu trago um Cury encouraçado
Sentado sobre as melena' "
Debaixo de um aba quinze
Trago a rudeza estampada
Pelos campos de fronteira
Sovado à lida grongueira
Nas sesmarias dobradas
Meu sombreiro requintado
No velho estilo pampeano
Pelo apojo da alvorada
Das serrações das canhadas
Sovadas pelo minuano
Bombeio à moda crioula
Junto com o poncho piloto
Numa parelha de tostadas
Empurro tropa na estrada
Escoro as águas do agosto
Bombeio à moda crioula
Junto com o poncho piloto
Numa parelha de tostadas
Empurro tropa na estrada
Escoro as águas do agosto
"Quantas vezes nas carreira'
Te desabo por desaforo
Fazendo sombra pra china
Quando a tarde se encrina
Só pra tentear um namoro"
Quantas vezes nas carreira'
Te desabo por desaforo
Fazendo sombra pra china
Quando a tarde se encrina
Só pra tentear um namoro
Em rodeio ou festa campeira
Ao confirmar uma armada
Empurro meu quatro tentos
E te saco em cumprimento
Saudando a arquibancada
Teu barbicacho trançado
Curtido de tanto sal
Feitio do Nego Porfírio
Te aperto sempre que encilho
Quando lido com bagual
Teu barbicacho trançado
Curtido de tanto sal
Feitio do Nego Porfírio
Te aperto sempre que encilho
Quando lido com bagual
Se te largo, é pra nuca
Debochando, só por farra
Numa lida de mangueira
Pealando eguada matreira
De bolcada e cucharra
Quantos tirões tu levastes
De muita prenda enciumada
Que me viram gavionando
Te reboleando e dançando
Por trás da minha prateada
Por isso, com muito orgulho
Te ostento como um troféu
Trago na cabeça erguida
Nossa Senhora Aparecida
Na copa do meu chapéu
Por isso, com muito orgulho
Te ostento como um troféu
Trago na cabeça erguida
Nossa Senhora Aparecida
Na copa do meu chapéu
"Nasci pra ser peão campeiro
Desta minha pampa torena
Por pachola e bem pilchado
Eu trago um Cury encouraçado
Sentado sobre as melena' "
Debaixo de um aba quinze
Trago a rudeza estampada
Pelos campos de fronteira
Sovado à lida grongueira
Nas sesmarias dobradas
Meu sombreiro requintado
No velho estilo pampeano
Pelo apojo da alvorada
Das serrações das canhadas
Sovadas pelo minuano
Bombeio à moda crioula
Junto com o poncho piloto
Numa parelha de tostadas
Empurro tropa na estrada
Escoro as águas do agosto
Bombeio à moda crioula
Junto com o poncho piloto
Numa parelha de tostadas
Empurro tropa na estrada
Escoro as águas do agosto
"Quantas vezes nas carreira'
Te desabo por desaforo
Fazendo sombra pra china
Quando a tarde se encrina
Só pra tentear um namoro"
Quantas vezes nas carreira'
Te desabo por desaforo
Fazendo sombra pra china
Quando a tarde se encrina
Só pra tentear um namoro
Em rodeio ou festa campeira
Ao confirmar uma armada
Empurro meu quatro tentos
E te saco em cumprimento
Saudando a arquibancada
Teu barbicacho trançado
Curtido de tanto sal
Feitio do Nego Porfírio
Te aperto sempre que encilho
Quando lido com bagual
Teu barbicacho trançado
Curtido de tanto sal
Feitio do Nego Porfírio
Te aperto sempre que encilho
Quando lido com bagual
Se te largo, é pra nuca
Debochando, só por farra
Numa lida de mangueira
Pealando eguada matreira
De bolcada e cucharra
Quantos tirões tu levastes
De muita prenda enciumada
Que me viram gavionando
Te reboleando e dançando
Por trás da minha prateada
Por isso, com muito orgulho
Te ostento como um troféu
Trago na cabeça erguida
Nossa Senhora Aparecida
Na copa do meu chapéu
Por isso, com muito orgulho
Te ostento como um troféu
Trago na cabeça erguida
Nossa Senhora Aparecida
Na copa do meu chapéu