Letra de No Calor das Labaredas - Luiz Marenco
Disco A
01
Domando
02
Mundo e Carona
03
Aos Olhos da Terra
04
Pra Quem Avista Yvituhatã
05
Meu Pago
06
Ritual de Fronteira
07
De Campeiro Pra Campeiro
08
Da Boca Pra Fora
09
Milonga de Mil Colores
10
De Tempo e Tropa
11
Changueiro de Vida e Lida
12
Rincão da Saudade
13
No Calor das Labaredas
14
De Santa Clara ao Além
15
Todo Esse Verde Nos Olhos
No Calor das Labaredas
Vou guardar estes momentos
Que há muito tempo procuro
No mesmo clarăo maduro
Da lua potra sinuela
Que repontou uma estrela
Pra me guiar no escuro.
E a mesma noite que antes
Era silęncio e tapera
Já floresceu primaveras
Pelos campos da morada
Pondo rosas coloradas
No caminho das esperas.
E o rancho se encheu de risos
E o vazio virou oposto
Para os rigores do agosto
Que me mostraram depois
Que o mate tomado a dois
Sempre tem o melhor gosto.
Entăo quando meus olhos
Campeiam os dela por perto
Revelam o rumo certo
Pra um coraçăo sem fronteiras
Que as vezes acha porteiras
Mesmo estando liberto.
Quando chega a madrugada
Vestindo rendas e sedas
Trazendo das alamedas
Um vento feito oferenda
Vou me aquecer junto ŕ prenda
No calor das labaredas.
Que há muito tempo procuro
No mesmo clarăo maduro
Da lua potra sinuela
Que repontou uma estrela
Pra me guiar no escuro.
E a mesma noite que antes
Era silęncio e tapera
Já floresceu primaveras
Pelos campos da morada
Pondo rosas coloradas
No caminho das esperas.
E o rancho se encheu de risos
E o vazio virou oposto
Para os rigores do agosto
Que me mostraram depois
Que o mate tomado a dois
Sempre tem o melhor gosto.
Entăo quando meus olhos
Campeiam os dela por perto
Revelam o rumo certo
Pra um coraçăo sem fronteiras
Que as vezes acha porteiras
Mesmo estando liberto.
Quando chega a madrugada
Vestindo rendas e sedas
Trazendo das alamedas
Um vento feito oferenda
Vou me aquecer junto ŕ prenda
No calor das labaredas.