Letra de Ritual de Fronteira - Luiz Marenco
Disco A
01
Domando
02
Mundo e Carona
03
Aos Olhos da Terra
04
Pra Quem Avista Yvituhatã
05
Meu Pago
06
Ritual de Fronteira
07
De Campeiro Pra Campeiro
08
Da Boca Pra Fora
09
Milonga de Mil Colores
10
De Tempo e Tropa
11
Changueiro de Vida e Lida
12
Rincão da Saudade
13
No Calor das Labaredas
14
De Santa Clara ao Além
15
Todo Esse Verde Nos Olhos
Ritual de Fronteira
E há quem diga
Que a lida do campo năo é mais a mesma,
Que os tiros de laço somente restaram pra
Historia do pampa
E năo săo mais a estampa da vida rural
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Năo săo mais torenas no trono dos bastos
Que a base de cascos năo se faz mais nada
E que a terra plantada năo vale um real
Por certo năo sabe que lá na fronteira
A fibra campeira é o retrato do pago
Que gosto do amargo é o mesmo de outrora
E que a pua da espora ainda amansa bagual
Que tiros de laço se acha por farra
Sobre lombo, cucharra, ou do jeito que queira
Manhăs fogoneiras de pingo encilhado
Com o cacho quebrado no velho ritual
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Ainda săo os torenas no sul do país
E se vivem no campo e charlam com calma
É por terem na alma este mundo feliz
Mas há quem diga
Que a lida no campo năo é mais a mesma
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Năo săo mais torenas e que a terra plantada
Năo vale um real
Que a lida do campo năo é mais a mesma,
Que os tiros de laço somente restaram pra
Historia do pampa
E năo săo mais a estampa da vida rural
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Năo săo mais torenas no trono dos bastos
Que a base de cascos năo se faz mais nada
E que a terra plantada năo vale um real
Por certo năo sabe que lá na fronteira
A fibra campeira é o retrato do pago
Que gosto do amargo é o mesmo de outrora
E que a pua da espora ainda amansa bagual
Que tiros de laço se acha por farra
Sobre lombo, cucharra, ou do jeito que queira
Manhăs fogoneiras de pingo encilhado
Com o cacho quebrado no velho ritual
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Ainda săo os torenas no sul do país
E se vivem no campo e charlam com calma
É por terem na alma este mundo feliz
Mas há quem diga
Que a lida no campo năo é mais a mesma
Que os homens terrunhos de vozes serenas
Năo săo mais torenas e que a terra plantada
Năo vale um real