Letra de Contingo Me Vou de Tiro - Luiz Marenco
Disco A
01
Cada Interior
02
Que Tem Nome de Querência
03
Meu Relato
04
A Campo Fora
05
Passo da Noite
06
Cantador de Campanha
07
Evocando
08
Contingo Me Vou de Tiro
09
Assim se Vai P'a Três Cruzes
10
Sangue Pampa
11
Querência, Tempo e Ausência
12
Alma de Espelho de Rio
13
Estradeiro
14
Tarico Sanchez
15
Caso a Lua Fosse Cheia
Contingo Me Vou de Tiro
Contigo me vou de tiro
Pouco me importa a jornada
Ao tranco o primeiro suor
Ao trote o resto da estrada
Não caminho acolherado
Nunca fui cabresteador
Andei entortando argola
Rebentando cinchador
Mas me topei com teu rastro
Me fui de tiro e de amor
Me cantaste tua milonga
Bordão e prima estirada
E eu que vivia delongas
De peito e corda cansada
Contigo me fui de tiro
Pra te escutar pela estrada
É tua voz que eu prefiro
Quando já não ouço nada
Tu me maneia(s) os fantasmas
Povoação das madrugadas
Eu e tu na mesma ronda
Tapados da mesma geada
Andamos na mesma sombra
Sobre o campo projetada
Depois que fixei teu rosto
E me encandeou teu olhar
Me fui de tiro por gosto
Do gosto de te mirar
E ganho o mundo contigo
De tiro e tanto te amar.
Pouco me importa a jornada
Ao tranco o primeiro suor
Ao trote o resto da estrada
Não caminho acolherado
Nunca fui cabresteador
Andei entortando argola
Rebentando cinchador
Mas me topei com teu rastro
Me fui de tiro e de amor
Me cantaste tua milonga
Bordão e prima estirada
E eu que vivia delongas
De peito e corda cansada
Contigo me fui de tiro
Pra te escutar pela estrada
É tua voz que eu prefiro
Quando já não ouço nada
Tu me maneia(s) os fantasmas
Povoação das madrugadas
Eu e tu na mesma ronda
Tapados da mesma geada
Andamos na mesma sombra
Sobre o campo projetada
Depois que fixei teu rosto
E me encandeou teu olhar
Me fui de tiro por gosto
Do gosto de te mirar
E ganho o mundo contigo
De tiro e tanto te amar.