Letra de Prego na Bota - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Cabanha Toro Passo
02
Num Posto, Num Fim de Mundo
03
Vida de Peão
04
Retrato de Pampa e Invernada
05
Paleteada
06
E Bem Assim
07
Prego na Bota
08
Ritual de Tropa Larga
09
Floreiros Pra Um Peão de Campo
10
No Rumo de um Coração
11
Ritual Crioulo de um Domingo de Carreira
12
Depois de um Tiro de Lavo
13
Batendo "Cangala"
14
Um Mouro Pampa de Luxo
15
Nos Bailes do "Maragato"
Prego na Bota
Faz dias que esta saudade
"me cutuca" e me incomoda
Pior que prego na bota
Quando empeça a castigar
Que troço mais sem sentido
É um amor mal resolvido
Só um retrato envelhecido
Ficou pra me consolar
Já mandei muito recado
E até aviso pela rádio
E um bilhete emocionado
Na kombi que faz a linha
E a cretina não responde
Nem pra me mandar bem longe
Parece até que se esconde
Covarde, maula e mesquinha
Refrão:
Ai, ai, ai, ai... saudade!
Ai...prego na bota
Onde é que já se viu
Um taura cento porcento
"se entregá" pra um sentimento
Chorando por quem não volta
É que um romance aporreado
Aniquila e prejudica
E "ademais" ninguém explica
A angústia de um pobre peão
Que sofre de alma estropiada
Por uma china malvada
Que se foi sem dizer nada
Levando meu coração
Pelo menos dá um sinal
Nem que seja de fumaça
Que aquilo não tem mais graça
E tu não "tá" arrependida
"me poupa" desse desgaste
Devolve todos os meus trastes
E o coração que roubaste
Que eu corro risco de vida.
"me cutuca" e me incomoda
Pior que prego na bota
Quando empeça a castigar
Que troço mais sem sentido
É um amor mal resolvido
Só um retrato envelhecido
Ficou pra me consolar
Já mandei muito recado
E até aviso pela rádio
E um bilhete emocionado
Na kombi que faz a linha
E a cretina não responde
Nem pra me mandar bem longe
Parece até que se esconde
Covarde, maula e mesquinha
Refrão:
Ai, ai, ai, ai... saudade!
Ai...prego na bota
Onde é que já se viu
Um taura cento porcento
"se entregá" pra um sentimento
Chorando por quem não volta
É que um romance aporreado
Aniquila e prejudica
E "ademais" ninguém explica
A angústia de um pobre peão
Que sofre de alma estropiada
Por uma china malvada
Que se foi sem dizer nada
Levando meu coração
Pelo menos dá um sinal
Nem que seja de fumaça
Que aquilo não tem mais graça
E tu não "tá" arrependida
"me poupa" desse desgaste
Devolve todos os meus trastes
E o coração que roubaste
Que eu corro risco de vida.