Letra de Peão de Fazenda - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Moro Dentro Desta 24 Baixo
02
Bamos Moçada
03
De Alma Atada Nas Crina
04
Visitinha Lá Em Casa
05
Veterano e Dançador
06
Apertando o Botão
07
De Queixo Atado no Pepo
08
Domador do Rio Grande
09
Casal de Loco
10
Peão de Fazenda
11
Baruio de Balaio
12
Então Vá Lamber Sabão
13
No Papagaio da Espora
14
Doma
15
Tostado Labareda
16
Linda Maracaju
17
Pelo Duro Maledeto
18
Proseando Com Deus
Peão de Fazenda
Xirú Missioneiro
Lá na fazenda do Donjo Capioli eu trabalhei por mês
A dez patacão
O João Paulada pontiava a viola
E foi lá que escrevi esta história do peão
Ganhei uns guaxos pra dar uma escola
De dança e de rima pra ondiá do patrão
Sou peão de fazenda e me sinto orgulhoso
Bagual baixá o toso pra mim é um prazer
Lombilho e tosquilha foi minha cartilha
Meu laço meu mango me ensinam a escrever
Meu banco de aula foi lombo de maula
Nesta terra xucra que me viu crescer
Já montei na sorte esporiei o destino
Já larguei brasino esse medo sebruno
A tropa dos anos que nos ombro embarca
É o que deixa marca no peito reiudo
Mostro meu Rio Grande nesta própria estampa
Agarrado nas guampa de qualquer Turuno
Sou peão de fazenda de rosto enrugado
Que os adoutorado que sigam na onda
Meus mano estudavam pra serem formado
E eu cuidava o gado nas noites de ronda
Quem nasce grosso já cresce quadrado
E por mas falquejado jamais se arredoma
Por nelson de campos
Lá na fazenda do Donjo Capioli eu trabalhei por mês
A dez patacão
O João Paulada pontiava a viola
E foi lá que escrevi esta história do peão
Ganhei uns guaxos pra dar uma escola
De dança e de rima pra ondiá do patrão
Sou peão de fazenda e me sinto orgulhoso
Bagual baixá o toso pra mim é um prazer
Lombilho e tosquilha foi minha cartilha
Meu laço meu mango me ensinam a escrever
Meu banco de aula foi lombo de maula
Nesta terra xucra que me viu crescer
Já montei na sorte esporiei o destino
Já larguei brasino esse medo sebruno
A tropa dos anos que nos ombro embarca
É o que deixa marca no peito reiudo
Mostro meu Rio Grande nesta própria estampa
Agarrado nas guampa de qualquer Turuno
Sou peão de fazenda de rosto enrugado
Que os adoutorado que sigam na onda
Meus mano estudavam pra serem formado
E eu cuidava o gado nas noites de ronda
Quem nasce grosso já cresce quadrado
E por mas falquejado jamais se arredoma
Por nelson de campos