Letra de De Alma Atada Nas Crina - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Moro Dentro Desta 24 Baixo
02
Bamos Moçada
03
De Alma Atada Nas Crina
04
Visitinha Lá Em Casa
05
Veterano e Dançador
06
Apertando o Botão
07
De Queixo Atado no Pepo
08
Domador do Rio Grande
09
Casal de Loco
10
Peão de Fazenda
11
Baruio de Balaio
12
Então Vá Lamber Sabão
13
No Papagaio da Espora
14
Doma
15
Tostado Labareda
16
Linda Maracaju
17
Pelo Duro Maledeto
18
Proseando Com Deus
De Alma Atada Nas Crina
Me criei guaxo índio taura da fronteira
Riscando couro de lidar com alambrado
Cisma de touro bem de contra o vento norte
Tironeando a sorte nas crinas de um aporreado
Trago o calor dos fogões do tempo antigo
De um pai de fogo essência pura de um braseiro
Sou desta gente crioulo desta comarca
E carrego a marca deste pago missioneiro.
Xucro e bagual temperado à de tiaraju
Sentado num paissandu eu comando meu destino
Me vou teatino de alma atada nas crinas
Pois deus do céu me ilumina e na terra eu me determino.
Trago a riqueza deste rio grande indomado
Terra e pátria que deus me deu de presente
Estampa de taura e um jeitão bem entonanado
Não sou mais nem menos, sou apenas diferente
Fui batizado com bába de redomão
Seiva de orvalho temperando fibra e sangue
Uma calandria se agiganta em minha garganta
Pra cantar minha terra e a alma deste rio grande.
Riscando couro de lidar com alambrado
Cisma de touro bem de contra o vento norte
Tironeando a sorte nas crinas de um aporreado
Trago o calor dos fogões do tempo antigo
De um pai de fogo essência pura de um braseiro
Sou desta gente crioulo desta comarca
E carrego a marca deste pago missioneiro.
Xucro e bagual temperado à de tiaraju
Sentado num paissandu eu comando meu destino
Me vou teatino de alma atada nas crinas
Pois deus do céu me ilumina e na terra eu me determino.
Trago a riqueza deste rio grande indomado
Terra e pátria que deus me deu de presente
Estampa de taura e um jeitão bem entonanado
Não sou mais nem menos, sou apenas diferente
Fui batizado com bába de redomão
Seiva de orvalho temperando fibra e sangue
Uma calandria se agiganta em minha garganta
Pra cantar minha terra e a alma deste rio grande.