Letra de De Queixo Atado no Pepo - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Moro Dentro Desta 24 Baixo
02
Bamos Moçada
03
De Alma Atada Nas Crina
04
Visitinha Lá Em Casa
05
Veterano e Dançador
06
Apertando o Botão
07
De Queixo Atado no Pepo
08
Domador do Rio Grande
09
Casal de Loco
10
Peão de Fazenda
11
Baruio de Balaio
12
Então Vá Lamber Sabão
13
No Papagaio da Espora
14
Doma
15
Tostado Labareda
16
Linda Maracaju
17
Pelo Duro Maledeto
18
Proseando Com Deus
De Queixo Atado no Pepo
Deu na rádio hoje à tardinha nas notícias do interior
Que na estância cata-vento faleceu um domador
Pois mais tarde o locutor tirou a limpo o sucedido
Quem morreu foi o joão da nóca um ginete conhecido
Era o primeiro galope do mal la crina enredada
O domador vinha chegando pediu por taura a bolada
E ali perto do palanque mais ou menos quatro e meia
O diabo lhe amadrinhava e a morte agarrou na orelha.
Deixou o mundo num bagual que largaram mal de cepo
E vai passar amanhã de tarde de queixo atado no pepo.
Falado:
Alçou a perna num maleva deu um suspiro profundo
E largou um gritito debochado, se despedindo do mundo
Pois mal se afirmou no basto, o pobre do joão da nóca
E o potro saiu cavando meteu as mão numa toca
Trocou de ponta parceiro se ouviu um estalo de osso
E o joão da nóca quietinho tinha quebrado o pescoço
No caixão vai suas espora o mango, um pala franjado
Também um manojo de crina que ele arrancou do aporreado
Agora a radio anuncia a desgraça que assucedeu
Repete de hora em hora que o joão da nóca morreu
Deixou o mundo.....
Falado:
Quem morre na legendária são borja, passa defronte
A antiga casa do pepo, em direção ao campo santo
Que na estância cata-vento faleceu um domador
Pois mais tarde o locutor tirou a limpo o sucedido
Quem morreu foi o joão da nóca um ginete conhecido
Era o primeiro galope do mal la crina enredada
O domador vinha chegando pediu por taura a bolada
E ali perto do palanque mais ou menos quatro e meia
O diabo lhe amadrinhava e a morte agarrou na orelha.
Deixou o mundo num bagual que largaram mal de cepo
E vai passar amanhã de tarde de queixo atado no pepo.
Falado:
Alçou a perna num maleva deu um suspiro profundo
E largou um gritito debochado, se despedindo do mundo
Pois mal se afirmou no basto, o pobre do joão da nóca
E o potro saiu cavando meteu as mão numa toca
Trocou de ponta parceiro se ouviu um estalo de osso
E o joão da nóca quietinho tinha quebrado o pescoço
No caixão vai suas espora o mango, um pala franjado
Também um manojo de crina que ele arrancou do aporreado
Agora a radio anuncia a desgraça que assucedeu
Repete de hora em hora que o joão da nóca morreu
Deixou o mundo.....
Falado:
Quem morre na legendária são borja, passa defronte
A antiga casa do pepo, em direção ao campo santo