Letra de Qualquer Uma - Joca Martins
Disco A
01
Baldas de Potro Cuiudo
02
No Bailão da Catacumba
03
Domingueiro
04
Milongão da Gineteada
05
Doma Gaúcha
06
Cruzando a Querência
07
Que Colorada Veiaca
08
Estória de Laços
09
Milongão Campo Afora
10
Num Casório de Fronteira
11
Estampa de Bandear Querência
12
Onde Andará
13
Nos Encontros do Mouro
14
Um Certo Tiro de Laço
15
Qualquer Uma
Qualquer Uma
Pode tocar qualquer uma desde que traga bem viva
A velha chama nativa que minha estrada indo rumo a
Que em cada nota resuma esse destino altaneiro
Se for assim meu parceiro pode tocar qualquer uma
A minha alma se apruma quando a guitarra ponteia
O coração incendeia e a mágoa se desarruma
Eu não escolho nenhuma milonga, chote ou vaneira
Sendo gaúcha e campeira pode tocar qualquer uma
Qualquer uma que me faça sentir aquela fragrância
Da madruga na estância: olor de campo e fumaça
Que nela meio por graça a nossa querência taita
Na voz antiga da gaita cante os encantos da raça
Mate bem gordo de espuma na madrugada de inverno
E um pai-de-fogo no cerno vai fumaceando uma bruma
A cabriúva perfuma o meu galpão feito incenso
Eu ligo no rádio e já penso "pode tocar qualquer uma"
A velha chama nativa que minha estrada indo rumo a
Que em cada nota resuma esse destino altaneiro
Se for assim meu parceiro pode tocar qualquer uma
A minha alma se apruma quando a guitarra ponteia
O coração incendeia e a mágoa se desarruma
Eu não escolho nenhuma milonga, chote ou vaneira
Sendo gaúcha e campeira pode tocar qualquer uma
Qualquer uma que me faça sentir aquela fragrância
Da madruga na estância: olor de campo e fumaça
Que nela meio por graça a nossa querência taita
Na voz antiga da gaita cante os encantos da raça
Mate bem gordo de espuma na madrugada de inverno
E um pai-de-fogo no cerno vai fumaceando uma bruma
A cabriúva perfuma o meu galpão feito incenso
Eu ligo no rádio e já penso "pode tocar qualquer uma"