Letra de No Bailão da Catacumba - Joca Martins
Disco A
01
Baldas de Potro Cuiudo
02
No Bailão da Catacumba
03
Domingueiro
04
Milongão da Gineteada
05
Doma Gaúcha
06
Cruzando a Querência
07
Que Colorada Veiaca
08
Estória de Laços
09
Milongão Campo Afora
10
Num Casório de Fronteira
11
Estampa de Bandear Querência
12
Onde Andará
13
Nos Encontros do Mouro
14
Um Certo Tiro de Laço
15
Qualquer Uma
No Bailão da Catacumba
Bem lá no meio do nada, perto de coisa nenhuma
Donde o "chinedo" se apruma pro alvoroço da peonada
Uma gaita pianada com mofo na baixaria
Resmunga até clarear o dia pra o bailão da gauchada
No costado do salão se erguia a tal catacumba
Que noite afora retumba o gaguejar da cordeona
O defunto uma dona descança ao som do pandeiro
No velho embalo campeiro de bailar co´as querendonas
O baile corria solto e as normas junto ao balcão
Não tá livre de carão quem chegá de atravessado
É pra bailar separado em respeito a falecida
A canha só destorcida num guaraná bem gelado
Fica um retoço dos "bueno"
Quando a cordeona retumba
E o chinaredo se assanha
No bailão da catacumba
Numa prosa ao pé do ouvido de uma guria da zona
Vinha o viúvo da dona numa marchita valseada
A carcaça cambaleava e encordoava o meneio
Sempre no mesmo floreio de uma vaneira largada
No final do rebuliço um namoro de campanha
Meia boteja de canha pra galopear no caminho
Um resmungo de carinho bem no cogote da prenda
O resto deus nos defenda "vamo ajeitá" despacinho
Donde o "chinedo" se apruma pro alvoroço da peonada
Uma gaita pianada com mofo na baixaria
Resmunga até clarear o dia pra o bailão da gauchada
No costado do salão se erguia a tal catacumba
Que noite afora retumba o gaguejar da cordeona
O defunto uma dona descança ao som do pandeiro
No velho embalo campeiro de bailar co´as querendonas
O baile corria solto e as normas junto ao balcão
Não tá livre de carão quem chegá de atravessado
É pra bailar separado em respeito a falecida
A canha só destorcida num guaraná bem gelado
Fica um retoço dos "bueno"
Quando a cordeona retumba
E o chinaredo se assanha
No bailão da catacumba
Numa prosa ao pé do ouvido de uma guria da zona
Vinha o viúvo da dona numa marchita valseada
A carcaça cambaleava e encordoava o meneio
Sempre no mesmo floreio de uma vaneira largada
No final do rebuliço um namoro de campanha
Meia boteja de canha pra galopear no caminho
Um resmungo de carinho bem no cogote da prenda
O resto deus nos defenda "vamo ajeitá" despacinho