Letra de Quanta Saudade - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Hora do Mate
02
Recanto Querido
03
Na Madrugada
04
Nos Fundões do Meu Rincão
05
Cavaleiros da Lua Cheia
06
Retrato Sulino
07
Contemplando o Rio
08
Quando Mateio no Galpão
09
Encanto e Magia
10
Matinês de Domingo
11
Quarentena na Campanha
12
Debaixo do Meu Pala
13
Peleia no Fandango
14
Quanta Saudade
Quanta Saudade
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Saltar dos pelegos pela madrugada, quando a passarada começa a cantar;
Acender o fogo no velho fogão, cevar um chimarrão e, no escuro, matear;
Sapecar pinhão e polenta na chapa, cuz-cuz e batata, linguiça campeira,
O milho cozido e o mel das abelhas com broa caseira, e café na chaleira.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Começar as lidas, alegre e faceiro, limpar o chiqueiro, tratar a porcada,
Ordenhar as vacas, soltar os terneiros, colher, no galinheiro, ovos da galinhada,
Ajeitar a canga no lombo dos bois, pra, logo depois, puxar o arado;
O dia passava, que a gente nem via, e, no fim do dia, voltava, cansado.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Nos fins-de-semana, a gente folgava, brincava e dançava nas festas povoeiras,
Nadar lá na sanga, nas tardes de sol, jogar futebol pela tarde inteira;
Na hora sagrada, que ninguém faltava, a gente rezava a missa, na igreja;
E a vida seguia, naquele tranquito, que tempo bonito de paz e beleza.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Saltar dos pelegos pela madrugada, quando a passarada começa a cantar;
Acender o fogo no velho fogão, cevar um chimarrão e, no escuro, matear;
Sapecar pinhão e polenta na chapa, cuz-cuz e batata, linguiça campeira,
O milho cozido e o mel das abelhas com broa caseira, e café na chaleira.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Começar as lidas, alegre e faceiro, limpar o chiqueiro, tratar a porcada,
Ordenhar as vacas, soltar os terneiros, colher, no galinheiro, ovos da galinhada,
Ajeitar a canga no lombo dos bois, pra, logo depois, puxar o arado;
O dia passava, que a gente nem via, e, no fim do dia, voltava, cansado.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.
Nos fins-de-semana, a gente folgava, brincava e dançava nas festas povoeiras,
Nadar lá na sanga, nas tardes de sol, jogar futebol pela tarde inteira;
Na hora sagrada, que ninguém faltava, a gente rezava a missa, na igreja;
E a vida seguia, naquele tranquito, que tempo bonito de paz e beleza.
Quanta saudade que estou sentindo agora dos tempos antigos, vividos lá fora.