Letra de Contemplando o Rio - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Hora do Mate
02
Recanto Querido
03
Na Madrugada
04
Nos Fundões do Meu Rincão
05
Cavaleiros da Lua Cheia
06
Retrato Sulino
07
Contemplando o Rio
08
Quando Mateio no Galpão
09
Encanto e Magia
10
Matinês de Domingo
11
Quarentena na Campanha
12
Debaixo do Meu Pala
13
Peleia no Fandango
14
Quanta Saudade
Contemplando o Rio
Nem rompeu a aurora, já estou lá fora, contemplando o rio;
A neblina mansa, bruma que me alcança, provoca arrepios;
No peito, um afago, pelo doce amargo do meu chimarrão,
E o meu pensamento vai de encontro ao vento, nesta solidão;
Então, me proponho a reviver um sonho que, um dia, vivi,
Ser feliz ainda, com a prenda mais linda que eu já conheci,
Esquecer as mágoas, navegar nas águas fundas da paixão,
Afogar tristezas nessa correnteza da minha ilusão.
Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
(Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
Em cada remanso, queda ou corredeira, vivemos remando, pela vida inteira.)
Logo a passarada sente que a alvorada já vai se mostrar;
Numa sinfonia, avisa que o dia está pra começar;
Sinto a paz na alma, vendo a água calma que, longe, se vai,
Lembrando que a vida, seja ou não vivida, já não volta mais;
Brilha o sol nascente, como brasa ardente, a esquentar meu ser;
Volto à realidade, na dura verdade deste meu sofrer;
Quem sabe, algum dia, aquela guria vou reencontrar
Em alguma curva, nessas águas turvas, a me esperar.
Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
(Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
Em cada remanso, queda ou corredeira, vivemos remando, pela vida inteira.)
Nem rompeu a aurora, me encontro lá fora, contemplando o rio!
A neblina mansa, bruma que me alcança, provoca arrepios;
No peito, um afago, pelo doce amargo do meu chimarrão,
E o meu pensamento vai de encontro ao vento, nesta solidão;
Então, me proponho a reviver um sonho que, um dia, vivi,
Ser feliz ainda, com a prenda mais linda que eu já conheci,
Esquecer as mágoas, navegar nas águas fundas da paixão,
Afogar tristezas nessa correnteza da minha ilusão.
Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
(Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
Em cada remanso, queda ou corredeira, vivemos remando, pela vida inteira.)
Logo a passarada sente que a alvorada já vai se mostrar;
Numa sinfonia, avisa que o dia está pra começar;
Sinto a paz na alma, vendo a água calma que, longe, se vai,
Lembrando que a vida, seja ou não vivida, já não volta mais;
Brilha o sol nascente, como brasa ardente, a esquentar meu ser;
Volto à realidade, na dura verdade deste meu sofrer;
Quem sabe, algum dia, aquela guria vou reencontrar
Em alguma curva, nessas águas turvas, a me esperar.
Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
(Contemplando o rio, fico a comparar este desafio de viver e amar;
Em cada remanso, queda ou corredeira, vivemos remando, pela vida inteira.)
Nem rompeu a aurora, me encontro lá fora, contemplando o rio!