Letra de Cavaleiros da Lua Cheia - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Hora do Mate
02
Recanto Querido
03
Na Madrugada
04
Nos Fundões do Meu Rincão
05
Cavaleiros da Lua Cheia
06
Retrato Sulino
07
Contemplando o Rio
08
Quando Mateio no Galpão
09
Encanto e Magia
10
Matinês de Domingo
11
Quarentena na Campanha
12
Debaixo do Meu Pala
13
Peleia no Fandango
14
Quanta Saudade
Cavaleiros da Lua Cheia
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
A trotezito, a galopito, numa marchinha, os cavaleiros
Cortam estradas e cortam campos, porque é noite de lua cheia;
Lá na coxilha, se descortina a silhueta dos cavaleiros;
Pingos suados, muito valentes, batendo cascos, na lua cheia;
Pingos suados, muito valentes, batendo cascos, na lua cheia.
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Sobe a fumaça de algum churrasco, lá na estância de um parceiro,
Viola e gaita, pra receber os cavaleiros da lua cheia;
E, na campanha enluarada, ao longe, surgem os cavaleiros;
Já vão chegando no rancho, em festa, para a sesteada, na lua cheia;
Já vão chegando no rancho, em festa, para a sesteada, na lua cheia.
“E vamos subindo a serra, meu amigo Elóis Rodrigues!”
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Depois da festa, mais animados, retornam todos os companheiros,
Em suas tropeadas, acompanhados pelas estrelas e a lua cheia;
Já vão pensando, no novo encontro que terão, todos os cavaleiros;
Pra se alegrarem na cavalgada, ao repetir-se a lua cheia;
Pra se alegrarem na cavalgada, ao repetir-se a lua cheia.
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Letra: Elóis Felício Rodrigues
Música: Júlio Cézar Leonardi
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
A trotezito, a galopito, numa marchinha, os cavaleiros
Cortam estradas e cortam campos, porque é noite de lua cheia;
Lá na coxilha, se descortina a silhueta dos cavaleiros;
Pingos suados, muito valentes, batendo cascos, na lua cheia;
Pingos suados, muito valentes, batendo cascos, na lua cheia.
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Sobe a fumaça de algum churrasco, lá na estância de um parceiro,
Viola e gaita, pra receber os cavaleiros da lua cheia;
E, na campanha enluarada, ao longe, surgem os cavaleiros;
Já vão chegando no rancho, em festa, para a sesteada, na lua cheia;
Já vão chegando no rancho, em festa, para a sesteada, na lua cheia.
“E vamos subindo a serra, meu amigo Elóis Rodrigues!”
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Depois da festa, mais animados, retornam todos os companheiros,
Em suas tropeadas, acompanhados pelas estrelas e a lua cheia;
Já vão pensando, no novo encontro que terão, todos os cavaleiros;
Pra se alegrarem na cavalgada, ao repetir-se a lua cheia;
Pra se alegrarem na cavalgada, ao repetir-se a lua cheia.
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia;
Lá vem e vão os cavaleiros da lua cheia.
Letra: Elóis Felício Rodrigues
Música: Júlio Cézar Leonardi