Letra de Nos Fundões do Meu Rincão - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Hora do Mate
02
Recanto Querido
03
Na Madrugada
04
Nos Fundões do Meu Rincão
05
Cavaleiros da Lua Cheia
06
Retrato Sulino
07
Contemplando o Rio
08
Quando Mateio no Galpão
09
Encanto e Magia
10
Matinês de Domingo
11
Quarentena na Campanha
12
Debaixo do Meu Pala
13
Peleia no Fandango
14
Quanta Saudade
Nos Fundões do Meu Rincão
- Intérprete: Júlio Cézar Leonardi e Grupo Fandangueiro
- Autores: Júlio Cézar Leonardi / Julio César Ambrosini
Saio a trote, em meu cavalo, numa tarde de verão,
Pra contemplar os encantos dos fundões do meu rincão;
Sem destino ou compromisso, naquele imenso vazio,
Só se ouve o bater de cascos, e o barulho do rio.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.
No rancho de algum amigo, me apeio para prosear;
Água fresca, lá da fonte, e sombra, pra refrescar;
Me despeço e sigo a trote, sentindo o cheiro da mata,
Vendo a beleza dos campos, escutando a passarada.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.
Num bolicho, uma parada, pra molhar minha garganta;
E sigo, perambulando, pra completar minha andança;
Ouvindo o cantar dos grilos e o meu pingo, a relinchar,
Pego o rumo do meu rancho, sob o clarão do luar.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.
- Autores: Júlio Cézar Leonardi / Julio César Ambrosini
Saio a trote, em meu cavalo, numa tarde de verão,
Pra contemplar os encantos dos fundões do meu rincão;
Sem destino ou compromisso, naquele imenso vazio,
Só se ouve o bater de cascos, e o barulho do rio.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.
No rancho de algum amigo, me apeio para prosear;
Água fresca, lá da fonte, e sombra, pra refrescar;
Me despeço e sigo a trote, sentindo o cheiro da mata,
Vendo a beleza dos campos, escutando a passarada.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.
Num bolicho, uma parada, pra molhar minha garganta;
E sigo, perambulando, pra completar minha andança;
Ouvindo o cantar dos grilos e o meu pingo, a relinchar,
Pego o rumo do meu rancho, sob o clarão do luar.
Como é linda minha terra, como eu amo este meu chão;
Como é bom ver as belezas dos fundões do meu rincão.