Letra de Quarentena na Campanha - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Hora do Mate
02
Recanto Querido
03
Na Madrugada
04
Nos Fundões do Meu Rincão
05
Cavaleiros da Lua Cheia
06
Retrato Sulino
07
Contemplando o Rio
08
Quando Mateio no Galpão
09
Encanto e Magia
10
Matinês de Domingo
11
Quarentena na Campanha
12
Debaixo do Meu Pala
13
Peleia no Fandango
14
Quanta Saudade
Quarentena na Campanha
“Que saudade de reunir meus amigos pra comer uma bóia campeira, tomar um trago e cantar umas modas, numa roda de parceria!”
Tô com saudade de rever a minha gente, matear contente, na roda de mão em mão,
Na fumaceira de uma bóia de panela e da costela feita no fogo-de-chão,
Tomar um trago, celebrar a alegria, na parceria de uma gaita e um violão,
Cantar cantigas com os amigos lá de fora, mandar a tristeza embora, numa festa de galpão.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo.
Já faz seis meses que eu não vou lá, pra cidade, pois na verdade, ando apinhado de serviço,
Que a bicharada não respeita quarentena, e me condena a cumprir os compromissos;
Dá uma tristeza de viver assim, solito; me deixa aflito a solidão, que me atazana;
Até a cuscada anda meio acabrunhada, com saudade da piazada que vinha fim-de-semana.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo.
Tô com saudade de rever a minha gente, matear contente, na roda de mão em mão,
Cantar cantigas com os amigos lá de fora, mandar a tristeza embora, numa festa de galpão.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo.
Tô com saudade de rever a minha gente, matear contente, na roda de mão em mão,
Na fumaceira de uma bóia de panela e da costela feita no fogo-de-chão,
Tomar um trago, celebrar a alegria, na parceria de uma gaita e um violão,
Cantar cantigas com os amigos lá de fora, mandar a tristeza embora, numa festa de galpão.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo.
Já faz seis meses que eu não vou lá, pra cidade, pois na verdade, ando apinhado de serviço,
Que a bicharada não respeita quarentena, e me condena a cumprir os compromissos;
Dá uma tristeza de viver assim, solito; me deixa aflito a solidão, que me atazana;
Até a cuscada anda meio acabrunhada, com saudade da piazada que vinha fim-de-semana.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo.
Tô com saudade de rever a minha gente, matear contente, na roda de mão em mão,
Cantar cantigas com os amigos lá de fora, mandar a tristeza embora, numa festa de galpão.
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Já faz um tempo que ando meio recolhido, entristecido, com saudade do meu povo;
Acendo vela e já tô fazendo novena, que a vontade me envenena pra fazer farra de novo;
Pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo, pra fazer farra de novo.