Letra de Para Moça Rosa - Luiz Carlos Borges
Disco A
01
Portal
02
Poema da Prenda Nova
03
Devaneio
04
Canção de Sabão
05
Para Moça Rosa
06
Romance do Pingo D'Água
07
Romance de Pena Larga
08
Intermezzo de Rosa
09
Roamance de Rosa Plena
10
O Cravo Brigou com a Rosa
11
Despetalada
12
Um Tango Castiga Rosa
13
Transição
14
Milonga Pra Puta Rosaura
15
Flagrantes
16
Epitáfio
17
Ressurreição
Para Moça Rosa
A noite traz a querência
Na insônia e na solidão
Rosa que o povo chamava
Rosinha, mocinha, linda
Mais que menina, mocinha
Menos que rosa, botão
Corre o arroio de campo
Pelas canhadas da insônia
Delgado flete de prata
A galopar na paisagem
Com águas vivas no pêlo
Ruflando claros apelos
Para a impossível viagem
Jamais voltar, mão de raiva
Cerrou-lhe a porta do rancho
E abriu-lhe o engano da vida
Rosinha deserançada
O pai lhe grita: - perdida!
E a mãe compreende: - coitada!
A noite traz a querência
No fundo gemer da gaita
Doendo no coração
O impossível perdão
O andando que não desanda
Rosa plena machucada
Morrendo de mão em mão!
Na insônia e na solidão
Rosa que o povo chamava
Rosinha, mocinha, linda
Mais que menina, mocinha
Menos que rosa, botão
Corre o arroio de campo
Pelas canhadas da insônia
Delgado flete de prata
A galopar na paisagem
Com águas vivas no pêlo
Ruflando claros apelos
Para a impossível viagem
Jamais voltar, mão de raiva
Cerrou-lhe a porta do rancho
E abriu-lhe o engano da vida
Rosinha deserançada
O pai lhe grita: - perdida!
E a mãe compreende: - coitada!
A noite traz a querência
No fundo gemer da gaita
Doendo no coração
O impossível perdão
O andando que não desanda
Rosa plena machucada
Morrendo de mão em mão!