Letra de Galpão do Moca - Grupo Cordiona
Disco A
01
O Tocador é Sagrado
02
Moça Maria
03
Uma Flor Que Conheci (participação do Porca Véia)
04
Vaneira Abagualada
05
Entardecer na Querência
06
Rosa Branca (participação do Porca Véia)
07
Minha Vida de Artista
08
Bugio do Guaporé
09
Gaiteiro das Madrudagas
10
Prece
11
Piazito Serrano
12
Galpão do Moca
13
Empurrando Vaneira
14
Campeando Passados
Galpão do Moca
Letra: Fernando Montenegro
Parece que ainda vejo, entre a fumaça e a poeira
Um floreio de cordeona em plena segunda-feira
Era no galpão do moca que se reunia a indiada
Tomar trago, comer boia, contar causo e dar risada
Os parceiros desta festa, organizada com carinho
O João Rosa, eu e o Moca e sempre junto, o Maninho
Pra quem chegasse de fora, era sempre bem recebido
Com carne gorda na brasa e um gaitaço ao pé do ouvido
E o Moca, muito faceiro, sempre pronto pra baderna
Dava de mão na vassoura e saia batendo perna
Chacoalhando pra os dois lados, levantando um poeirão
Inda' prendia-lhe um grito: -Isto que é gaiteiro bom
Já quase de madrugada, outro pedido do João Rosa
Pra que eu tocasse de novo a Morena Luxuosa
E uns versos de improviso que ele mesmo fazia
Saudando a gauchada e as éguas da estrebaria
E o companheiro Maninho, gaúcho taura no laço
Tinha um potro gateado de pisar miúdo no pasto
Pingo arisco e ligeiro de arrancar leiva do chão
Encilhadito à capricho, montaria de patrão
Deste galpão bem campeiro, muito eu tenho saudade
Dos amigos que falei, é a mais pura verdade
Qualquer dia, eu volto lá pra rever toda essa indiada
Levo junto minha cordeona pra virar a madrugada
Parece que ainda vejo, entre a fumaça e a poeira
Um floreio de cordeona em plena segunda-feira
Era no galpão do moca que se reunia a indiada
Tomar trago, comer boia, contar causo e dar risada
Os parceiros desta festa, organizada com carinho
O João Rosa, eu e o Moca e sempre junto, o Maninho
Pra quem chegasse de fora, era sempre bem recebido
Com carne gorda na brasa e um gaitaço ao pé do ouvido
E o Moca, muito faceiro, sempre pronto pra baderna
Dava de mão na vassoura e saia batendo perna
Chacoalhando pra os dois lados, levantando um poeirão
Inda' prendia-lhe um grito: -Isto que é gaiteiro bom
Já quase de madrugada, outro pedido do João Rosa
Pra que eu tocasse de novo a Morena Luxuosa
E uns versos de improviso que ele mesmo fazia
Saudando a gauchada e as éguas da estrebaria
E o companheiro Maninho, gaúcho taura no laço
Tinha um potro gateado de pisar miúdo no pasto
Pingo arisco e ligeiro de arrancar leiva do chão
Encilhadito à capricho, montaria de patrão
Deste galpão bem campeiro, muito eu tenho saudade
Dos amigos que falei, é a mais pura verdade
Qualquer dia, eu volto lá pra rever toda essa indiada
Levo junto minha cordeona pra virar a madrugada