Letra de O Tocador é Sagrado - Grupo Cordiona
Disco A
01
O Tocador é Sagrado
02
Moça Maria
03
Uma Flor Que Conheci (participação do Porca Véia)
04
Vaneira Abagualada
05
Entardecer na Querência
06
Rosa Branca (participação do Porca Véia)
07
Minha Vida de Artista
08
Bugio do Guaporé
09
Gaiteiro das Madrudagas
10
Prece
11
Piazito Serrano
12
Galpão do Moca
13
Empurrando Vaneira
14
Campeando Passados
O Tocador é Sagrado
Letra: Paulo da Silva Garcia
Vaneira velha curtida que acordava a madrugada
Nos ranchos beira de estrada, na volta de um corredor
Conhecido parador pra truco, tava e carreira
Peleias e borracheira e algum retoço de amor
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Na alma, eu trago lembranças da onde o mundo começa
Daqueles dias de festa que as famílias se reuniam
Gente que de longe vinha pra missa regada à fé
Tentear um churrasco gordo e, à tarde, arrastar o pé
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Só uma coisa, parceiros, não consegue terminar
É a lembrança que eu tenho daqueles tempos de piá
O rosto mostra minha idade, não tem jeito de enganar
Mas minha alma é de criança, sempre pronta pra cantar
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Vaneira velha curtida que acordava a madrugada
Nos ranchos beira de estrada, na volta de um corredor
Conhecido parador pra truco, tava e carreira
Peleias e borracheira e algum retoço de amor
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Na alma, eu trago lembranças da onde o mundo começa
Daqueles dias de festa que as famílias se reuniam
Gente que de longe vinha pra missa regada à fé
Tentear um churrasco gordo e, à tarde, arrastar o pé
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Só uma coisa, parceiros, não consegue terminar
É a lembrança que eu tenho daqueles tempos de piá
O rosto mostra minha idade, não tem jeito de enganar
Mas minha alma é de criança, sempre pronta pra cantar
O rancho, o tempo deu fim, a indiada, o destino extraviou
Só a saudade ficou e o rancho velho desabado
O mundo trocou de ponta e a vida me trás surrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado
Mas a vaneira é a mesma e o tocador é sagrado