Letra de Cantando Minha Palmeira - Osvaldir e Carlos Magrão
Disco A
01
Versos, Guitarra e Caminho
02
Porque Nasci Aqui
03
Mocinho Aventureiro
04
Velho Rio Grande
05
Desassossegos
06
Prece
07
Herdeiro da Pampa Pobre
08
Entrando no MBororé
09
Um Pito
10
O Cincerro Vai Batendo
11
A Trote
12
Xucros Desejos
13
Pilares
14
Vida de Cabelos Brancos
15
Paraguaíta
16
Querência Amada
Disco B
01
Cantando Minha Palmeira
02
Tetinha
03
A Patroa Tá Dando Choque
04
Outras Fronteiras
05
Sangue de Gaúcho
06
Adeus Mariana
07
Espero Ser Feliz
08
Roda de Chimarrão
09
Homenagem
10
Tradição Gaúcha
11
Lago Verde e Azul
12
Nós
13
Herança Nativa (part. Joel Marques)
14
Gaúcho Amigo
15
Tempero de Amor
16
Gaúchos
Cantando Minha Palmeira
Amigos me dão licença
Que o assunto é bem profundo
Depois de toda uma ausência
Pelas estradas do mundo
Para rever a minha querência
Venho lá de passo fundo
Ao chegar em trote largo
Já ouço o galo que berra
Amigo e dá um trago
Sou crioulo desta serra
Quero cantar o meu pago
Quero cantar minha terra
Na minha tabua que é vossa
Entre os sítios de palmeira
Com os índios da palhoça
Passei a infância faceira
Dobrei o milho na roça
Lacei o boi na mangueira
Cortei lenha de machado
Isto tudo aconteceu
Fui quebra, fui mui largado
Na vida que deus me deu
Sou palmeirense extraviado
Todos sabem que sou eu
Nestes versos que dirijo
Conto o que fiz no rincão
No trabalho denegrisso
Meu laborou foi um cão
Puxei erva para o carijo
Tomei mate no galpão
Palmeira lá nas missões
De toda a revolução
Lugar muito altaneira
Velho lendário terrão
Quem não exalta palmeira
Não tomaste chimarrão
E o passado já vencido
Briosa tomou as tentas
Não foi toca de bandido
Como diziam as lendas
Onde vivem agradecidas
Na cidade e nas fazendas
Teve um nome sempre envolto
Nas lembranças de seus filhos
Berço de gaúcho afoito
Bem seguros nos gatilhos
Nas balas de trinta e oito
Ninguém bate seus caudilhos
Nunca dormiu na trincheira
Ao lado de suas garruchas
Eu canto em rima ligeira
Uma verdade que puxa
Recordo minha palmeira
Que foi esparta gaúcha
Minha gente com licença
Vai terminar está trova
Me desculpe a cadencia
E aqui eu deixo está trova
Eterno amor à querência
Que é minha palmeira nova
Eterno amor à querência
Que é minha palmeira nova
Que o assunto é bem profundo
Depois de toda uma ausência
Pelas estradas do mundo
Para rever a minha querência
Venho lá de passo fundo
Ao chegar em trote largo
Já ouço o galo que berra
Amigo e dá um trago
Sou crioulo desta serra
Quero cantar o meu pago
Quero cantar minha terra
Na minha tabua que é vossa
Entre os sítios de palmeira
Com os índios da palhoça
Passei a infância faceira
Dobrei o milho na roça
Lacei o boi na mangueira
Cortei lenha de machado
Isto tudo aconteceu
Fui quebra, fui mui largado
Na vida que deus me deu
Sou palmeirense extraviado
Todos sabem que sou eu
Nestes versos que dirijo
Conto o que fiz no rincão
No trabalho denegrisso
Meu laborou foi um cão
Puxei erva para o carijo
Tomei mate no galpão
Palmeira lá nas missões
De toda a revolução
Lugar muito altaneira
Velho lendário terrão
Quem não exalta palmeira
Não tomaste chimarrão
E o passado já vencido
Briosa tomou as tentas
Não foi toca de bandido
Como diziam as lendas
Onde vivem agradecidas
Na cidade e nas fazendas
Teve um nome sempre envolto
Nas lembranças de seus filhos
Berço de gaúcho afoito
Bem seguros nos gatilhos
Nas balas de trinta e oito
Ninguém bate seus caudilhos
Nunca dormiu na trincheira
Ao lado de suas garruchas
Eu canto em rima ligeira
Uma verdade que puxa
Recordo minha palmeira
Que foi esparta gaúcha
Minha gente com licença
Vai terminar está trova
Me desculpe a cadencia
E aqui eu deixo está trova
Eterno amor à querência
Que é minha palmeira nova
Eterno amor à querência
Que é minha palmeira nova