Letra de Mouro Negro - Mauro Moraes
Mauro Moraes
CD Manada 2006
Disco A
01
De Violão e Gaita
02
A Cusco e a Mangaço
03
Lá de Fora
04
Na Boca do Brete
05
Mouro Negro
06
Estância do Pessegueiro
07
Laço, Cucharra e Grito
08
Numa Volteada Campeira
09
Fronteira Seca
10
Estancieiro
11
Com a Lida ao Tranco
12
De Vida e Tanto
13
Aprendizado
14
Gineteada de Basto
15
Cascoteado
16
Mango de Bico e Bota
17
Manada
Mouro Negro
"Embodocado dos bastos
Um mouro negro orelhano
Morde o bocal desconfiado
Provando a primeira encilha
Domador à moda antiga
Atento à lida que leva
Só depois de alçar a perna
Quebra ochapéu e se arrima"
Preparo de corda chata
Entono de índio touro
Que sabe as manhas do mouro
O pelo é sempre um sinal
De como sai o bagual
Quando se aparta a madrinha
O mouro é gal ode rinha
Até o careio final
"Arrastou-se o mouro negro
Pro lado oposto do vento
Peleando de tento a tento
No posto trocando tiro
Coiceando o bronze do estribo
Sem dar nem pedir clemência
Sem saber que da experiência
Resultaram dois amigos"
Largou de cabeça solta
Costa abaixo,campo fora
Quem doma não se apavora
Tem mais que primeira encilha
Enxerga em potro que briga
Um parceiro corajoso
Que bagual que arrasta o toso
Faz um cavalo pra vida
"À quem doma à moda antiga
Num ponteio de guitarra
Dou gracias por ter nas garras
Um mouro florão de estampa
Fiel parceiro de andanças
De topar parada feia
E paleterar lua cheia
No corredor da confiança"
Arrastou-se o mouro negro
Pro lado oposto do vento
Peleando de tento a tento
No posto trocando tiro
Coiceando o bronze do estribo
Sem dar nem pedir clemência
Sem saber que da experiência
Resultaram dois amigos
Um mouro negro orelhano
Morde o bocal desconfiado
Provando a primeira encilha
Domador à moda antiga
Atento à lida que leva
Só depois de alçar a perna
Quebra ochapéu e se arrima"
Preparo de corda chata
Entono de índio touro
Que sabe as manhas do mouro
O pelo é sempre um sinal
De como sai o bagual
Quando se aparta a madrinha
O mouro é gal ode rinha
Até o careio final
"Arrastou-se o mouro negro
Pro lado oposto do vento
Peleando de tento a tento
No posto trocando tiro
Coiceando o bronze do estribo
Sem dar nem pedir clemência
Sem saber que da experiência
Resultaram dois amigos"
Largou de cabeça solta
Costa abaixo,campo fora
Quem doma não se apavora
Tem mais que primeira encilha
Enxerga em potro que briga
Um parceiro corajoso
Que bagual que arrasta o toso
Faz um cavalo pra vida
"À quem doma à moda antiga
Num ponteio de guitarra
Dou gracias por ter nas garras
Um mouro florão de estampa
Fiel parceiro de andanças
De topar parada feia
E paleterar lua cheia
No corredor da confiança"
Arrastou-se o mouro negro
Pro lado oposto do vento
Peleando de tento a tento
No posto trocando tiro
Coiceando o bronze do estribo
Sem dar nem pedir clemência
Sem saber que da experiência
Resultaram dois amigos