Letra de De Cima do Arreio - Jorge Freitas
Disco A
01
Léguas de Solidão
02
Terra Saudade
03
Evocação
04
De Já Hoje
05
Segredos do Meu Cambicho
06
Prelúdio de Fé no Trigo
07
Vento Norte
08
Cismas
09
O Vento e o Payador
10
Fim de Mês
11
Bailanta
12
Uma Tarde No Corredor
13
Paisagem de Noite
14
Cantilena
15
Bailanta do Tio Flor
16
Canto de Alento Para Quem Está Só
Disco B
01
Pelo Sul Do Meu País
02
Tordilha Monarca
03
A Sombra de Um Cinamomo
04
Cascoteado
05
Como Se Morre Um Homem Valente
06
Tropa Ponta Cortada
07
Na Hora do Mate
08
Antes Que Sumam as Estância
09
Meu Poncho
10
Pescoceiro
11
Pela Lembrança
12
O Cantar Que Nos Hermana
13
De Cima do Arreio
14
Maragatos e Chimangos
De Cima do Arreio
Eu ando na estrada cansando o cavalo
Botando sentido nas coisas que vejo
De cima do arreio campeio meu rumo
E aos poucos me aprumo por sobre os pelegos
Um trago de canha, um mate cevado
E um sonho a lo largo no sul do pais
Buscando um sorriso além da saudade
Aprendo as verdades da vida que eu quis
Eu sinto que a estrada me ensina aos pouquinhos
E sigo sozinho, sem medo de ir...
Vencendo distancias cruzando fronteiras
Encontro nas ânsias razões pra seguir
Eu trago a esperança estampada na cara
E guardo as lembranças das coisas que fiz
Com raca e coragem eu topo a parada
E aguento o repuxo firmando a raiz
Aaah! tristeza gaúcha que trago no peito
Trancando essa historia com fibra e com jeito
De quem sabe bem levantar quando cai...
Aaah! a estrada e comprida e andar vale a pena
Pois quem busca sonhos de alma serena
Tocando pra frente sabe aonde vai
Assim me sustento e tapeio o chapéu
Andando a lo leu nas voltas do pago
Descubro a querência nos fundos de campo
E canto o rio grande nos versos que faço
Ternura e silêncio nas horas tranquilas
Destreza no braco pra quando e preciso
A vida me leva conforme o seu tranco
E assim me conduz mansamente em seus trilhos
Aaah! tristeza gaúcha que trago no peito
Trancando essa historia com fibra e com jeito
De quem sabe bem levantar quando cai...
Aaah! a estrada e comprida e andar vale a pena
Pois quem busca sonhos de alma serena
Tocando pra frente sabe aonde vai
Sabe aonde vai, sabe aonde vai, sabe aonde vai...
Botando sentido nas coisas que vejo
De cima do arreio campeio meu rumo
E aos poucos me aprumo por sobre os pelegos
Um trago de canha, um mate cevado
E um sonho a lo largo no sul do pais
Buscando um sorriso além da saudade
Aprendo as verdades da vida que eu quis
Eu sinto que a estrada me ensina aos pouquinhos
E sigo sozinho, sem medo de ir...
Vencendo distancias cruzando fronteiras
Encontro nas ânsias razões pra seguir
Eu trago a esperança estampada na cara
E guardo as lembranças das coisas que fiz
Com raca e coragem eu topo a parada
E aguento o repuxo firmando a raiz
Aaah! tristeza gaúcha que trago no peito
Trancando essa historia com fibra e com jeito
De quem sabe bem levantar quando cai...
Aaah! a estrada e comprida e andar vale a pena
Pois quem busca sonhos de alma serena
Tocando pra frente sabe aonde vai
Assim me sustento e tapeio o chapéu
Andando a lo leu nas voltas do pago
Descubro a querência nos fundos de campo
E canto o rio grande nos versos que faço
Ternura e silêncio nas horas tranquilas
Destreza no braco pra quando e preciso
A vida me leva conforme o seu tranco
E assim me conduz mansamente em seus trilhos
Aaah! tristeza gaúcha que trago no peito
Trancando essa historia com fibra e com jeito
De quem sabe bem levantar quando cai...
Aaah! a estrada e comprida e andar vale a pena
Pois quem busca sonhos de alma serena
Tocando pra frente sabe aonde vai
Sabe aonde vai, sabe aonde vai, sabe aonde vai...