Letra de Evocação - Jorge Freitas
Disco A
01
Léguas de Solidão
02
Terra Saudade
03
Evocação
04
De Já Hoje
05
Segredos do Meu Cambicho
06
Prelúdio de Fé no Trigo
07
Vento Norte
08
Cismas
09
O Vento e o Payador
10
Fim de Mês
11
Bailanta
12
Uma Tarde No Corredor
13
Paisagem de Noite
14
Cantilena
15
Bailanta do Tio Flor
16
Canto de Alento Para Quem Está Só
Disco B
01
Pelo Sul Do Meu País
02
Tordilha Monarca
03
A Sombra de Um Cinamomo
04
Cascoteado
05
Como Se Morre Um Homem Valente
06
Tropa Ponta Cortada
07
Na Hora do Mate
08
Antes Que Sumam as Estância
09
Meu Poncho
10
Pescoceiro
11
Pela Lembrança
12
O Cantar Que Nos Hermana
13
De Cima do Arreio
14
Maragatos e Chimangos
Evocação
Se prestarem atenção
No que esta milonga fala
Na cancha do improviso
Vou estender o meu pala
Sou grito de souza neto
Que no rio grande não cala.
Pela vida fui forjado
Na sepa bugra da raça
E quando abro meu peito
O mundo treme a carcaça
Das seis cordas da guitarra
Faço levantar fumaça
Nasci num rancho de barro
Num catre de couro crú
Fui batizado com brasas
Orgulho deste chirú
Minha mãe a lua pampeana
Meu pai o vento do sul
No tilintar das chilenas
No berro de algum zebu
Se morrer renascerei
Gritando de peito nu
Com lança, vincha e boleadeira
Nas terras de tiarajú
Sou barro de terra e sangue
Trago o rio grande na estampa
Sigo lonqueando o destino
Trançando o couro da pampa
Escrevendo a minha história
A berros, cascos e guampas
Latino por descendência
Sem nunca negar meu chão
Mesmo pelo e mesma crença
Dos pajés do meu rincão
As três pátrias sem fronteiras
Eu canto com devoção...
No que esta milonga fala
Na cancha do improviso
Vou estender o meu pala
Sou grito de souza neto
Que no rio grande não cala.
Pela vida fui forjado
Na sepa bugra da raça
E quando abro meu peito
O mundo treme a carcaça
Das seis cordas da guitarra
Faço levantar fumaça
Nasci num rancho de barro
Num catre de couro crú
Fui batizado com brasas
Orgulho deste chirú
Minha mãe a lua pampeana
Meu pai o vento do sul
No tilintar das chilenas
No berro de algum zebu
Se morrer renascerei
Gritando de peito nu
Com lança, vincha e boleadeira
Nas terras de tiarajú
Sou barro de terra e sangue
Trago o rio grande na estampa
Sigo lonqueando o destino
Trançando o couro da pampa
Escrevendo a minha história
A berros, cascos e guampas
Latino por descendência
Sem nunca negar meu chão
Mesmo pelo e mesma crença
Dos pajés do meu rincão
As três pátrias sem fronteiras
Eu canto com devoção...