Letra de Quando Se Vai Um Cavalo - Pepeu Gonçalves
Disco A
01
Ah! Meu Rio Grande!
02
Bamo Batê Pata
03
Em Cada Nova Recolhida
04
Jeitão de Gaúcho
05
Mais Um De Bombacha
06
Meu Aba Larga
07
Na Estopa Do Avental
08
Quando Se Vai Um Cavalo
09
Querência Vazia
10
Romance da Gordinha
11
Só Pra Me Enterte
12
Tá Pro Gramado
13
Tocando a Vida Por Diante
14
Um Canto à Égua Madrinha
Quando Se Vai Um Cavalo
Letra: Felipe Araújo
Musica: Leonardo Pinho
no meio do campo largo
está plantado um amigo
parceiro das campereadas
de confiança e muita fé
um irmão dos arreios
que jamais deixou-me de a pé
são poucas as palavras
pra contar minha saudade
pelos dias vão-se os anos
que o tempo sem piedade
por soberano aparta
um centauro pela metade
quando se vai um cavalo
silencia o galpão
nenhum é igual ao outro
mas os dois tem devoção
ficam arreios solitos
quando se apartam irmãos
meus olhos estão nublados
e minha alma tranpôs o sol
quem sabe depois das luas
de fronte ao galpão de inverno
encilhe o mesmo cavalo
pra ser centauro no eterno
ainda assim terei saudade
de curá gado bichado
botando de toda corda
nas aspas dum mal costeado
meu laço de boi brasino
cinchando no meu gateado
quando se vai um cavalo
silencia o galpão
nenhum é igual ao outro
mas os dois tem devoção
ficam arreios solitos
quando se apartam irmãos
quando se vai um cavalo
vai um pedaço da existência
segue um sem sem o outro
apartados de querência
saudades e sonhos vivos
em punhados de ausência.
por irmãos jamais se apartam junho de 2007
versos: felipe araújo
Musica: Leonardo Pinho
no meio do campo largo
está plantado um amigo
parceiro das campereadas
de confiança e muita fé
um irmão dos arreios
que jamais deixou-me de a pé
são poucas as palavras
pra contar minha saudade
pelos dias vão-se os anos
que o tempo sem piedade
por soberano aparta
um centauro pela metade
quando se vai um cavalo
silencia o galpão
nenhum é igual ao outro
mas os dois tem devoção
ficam arreios solitos
quando se apartam irmãos
meus olhos estão nublados
e minha alma tranpôs o sol
quem sabe depois das luas
de fronte ao galpão de inverno
encilhe o mesmo cavalo
pra ser centauro no eterno
ainda assim terei saudade
de curá gado bichado
botando de toda corda
nas aspas dum mal costeado
meu laço de boi brasino
cinchando no meu gateado
quando se vai um cavalo
silencia o galpão
nenhum é igual ao outro
mas os dois tem devoção
ficam arreios solitos
quando se apartam irmãos
quando se vai um cavalo
vai um pedaço da existência
segue um sem sem o outro
apartados de querência
saudades e sonhos vivos
em punhados de ausência.
por irmãos jamais se apartam junho de 2007
versos: felipe araújo