Letra de Mais Um De Bombacha - Pepeu Gonçalves
Disco A
01
Ah! Meu Rio Grande!
02
Bamo Batê Pata
03
Em Cada Nova Recolhida
04
Jeitão de Gaúcho
05
Mais Um De Bombacha
06
Meu Aba Larga
07
Na Estopa Do Avental
08
Quando Se Vai Um Cavalo
09
Querência Vazia
10
Romance da Gordinha
11
Só Pra Me Enterte
12
Tá Pro Gramado
13
Tocando a Vida Por Diante
14
Um Canto à Égua Madrinha
Mais Um De Bombacha
Dionísio Costa - Pepeu Gonçalves
só por eu já ter vivido
uma senhora quantia
tenho a sagrada mania
de opiná e pensá solito
é assim que eu me resolvo
e também me determino
amarrando o meu destino
naquilo que eu acredito
não levo a minha existência
cabresteada por discurso
também não entro em concurso
de dança ou lida campeira
dispenso regulamento
pra lidar co´a cavalhada
e danço como me agrada
sem precisar de carteira
não preciso assinatura
pra abonar meus ideais
porque os meus ancestrais
pelearam por liberdade
eu sou mais um de bombacha
mas ninguém pensa por mim
liberto, pra o mundo eu vim
e essa é mi´a identidade
eu vivo um dia por vez
conforme permite a vida
quando faço a minha lida
não tô esperando troféu
refugo prosa ensaiada
prefiro o mate que integra
pra vida com muita regra
eu não retiro o chapéu
na minha simplicidade
eu sei de alguém que repara
mas conservo a mesma cara
pras amizades que eu tenho
quando o perigo me ronda
eu não ajunto os tamanco
e conservo o mesmo tranco
quando vou e quando venho
só por eu já ter vivido
uma senhora quantia
tenho a sagrada mania
de opiná e pensá solito
é assim que eu me resolvo
e também me determino
amarrando o meu destino
naquilo que eu acredito
não levo a minha existência
cabresteada por discurso
também não entro em concurso
de dança ou lida campeira
dispenso regulamento
pra lidar co´a cavalhada
e danço como me agrada
sem precisar de carteira
não preciso assinatura
pra abonar meus ideais
porque os meus ancestrais
pelearam por liberdade
eu sou mais um de bombacha
mas ninguém pensa por mim
liberto, pra o mundo eu vim
e essa é mi´a identidade
eu vivo um dia por vez
conforme permite a vida
quando faço a minha lida
não tô esperando troféu
refugo prosa ensaiada
prefiro o mate que integra
pra vida com muita regra
eu não retiro o chapéu
na minha simplicidade
eu sei de alguém que repara
mas conservo a mesma cara
pras amizades que eu tenho
quando o perigo me ronda
eu não ajunto os tamanco
e conservo o mesmo tranco
quando vou e quando venho