Letra de Ah! Meu Rio Grande! - Pepeu Gonçalves
Disco A
01
Ah! Meu Rio Grande!
02
Bamo Batê Pata
03
Em Cada Nova Recolhida
04
Jeitão de Gaúcho
05
Mais Um De Bombacha
06
Meu Aba Larga
07
Na Estopa Do Avental
08
Quando Se Vai Um Cavalo
09
Querência Vazia
10
Romance da Gordinha
11
Só Pra Me Enterte
12
Tá Pro Gramado
13
Tocando a Vida Por Diante
14
Um Canto à Égua Madrinha
Ah! Meu Rio Grande!
Letra: Felipe Araújo
Musica: Pepeu Gonçalves
Eu trago sangue crioulo
O meu gateado também
Seguimos no mesmo campo
Cuidando o gado de alguém,
Tenteando uns cobre mais forte
Melhora dos dias que vêm;
Pra quem madruga estrivado
O dia empeça mais cedo
Buçal destino campeiro
Recorrrendo fundo de campo
De parceiro, os "cusco oveiro"
E um velho cabelos brancos
Ah! Meu Rio Grande
Destas tantas invernadas
Do berro grosso de touro
Dos fletes baios e mouros
Das marcas lavradas no couro
Sobre a anca da manada
Ah! Meu Rio Grande
Querência minha e de Deus
Das estâncias bem povoadas
Da peonada bem montada
Em crioulos de cola atada
Querência minha e dos meus
Cosa linda, meu Patrício
Repontar o gado pampa
Repassar grota e restinga
Várzea larga, e corredor
Batendo espora e cincerro
Nos flecos do tirador
No campo tudo é peleia
Toda hora, o tempo inteiro
Cai a tarde,volto "às casa"
Cevo um mate, "guardo as garra"
E sigo cantando milonga
Ao compasso da guitarra.
Musica: Pepeu Gonçalves
Eu trago sangue crioulo
O meu gateado também
Seguimos no mesmo campo
Cuidando o gado de alguém,
Tenteando uns cobre mais forte
Melhora dos dias que vêm;
Pra quem madruga estrivado
O dia empeça mais cedo
Buçal destino campeiro
Recorrrendo fundo de campo
De parceiro, os "cusco oveiro"
E um velho cabelos brancos
Ah! Meu Rio Grande
Destas tantas invernadas
Do berro grosso de touro
Dos fletes baios e mouros
Das marcas lavradas no couro
Sobre a anca da manada
Ah! Meu Rio Grande
Querência minha e de Deus
Das estâncias bem povoadas
Da peonada bem montada
Em crioulos de cola atada
Querência minha e dos meus
Cosa linda, meu Patrício
Repontar o gado pampa
Repassar grota e restinga
Várzea larga, e corredor
Batendo espora e cincerro
Nos flecos do tirador
No campo tudo é peleia
Toda hora, o tempo inteiro
Cai a tarde,volto "às casa"
Cevo um mate, "guardo as garra"
E sigo cantando milonga
Ao compasso da guitarra.