Letra de Entardecer - Clóvis Mendes

Entardecer

(Antônio Augusto Ferreira/Ewerton Ferreira)

Um matiz caboclo pinta o céu de vinho
Pra morar sozinho, todo o pago é pouco
Todo o céu se agita, o horizonte é louco
Num matiz caboclo de perder de vista

Amada, amada
Por viver sozinho, não me apego a nada

O minuano rincha nas estradas rubras
Repontando as nuvens pelo céu arriba
O sol poente arde em sobrelombo à crista
Quando Deus, artista, vem pintar a tarde

Amada, amada
Por viver sozinho, não me apego a nada

Um matiz de chumbo predomina, agora
É chegada a hora de encontrar meu rumo
Alço o olhar lobuno, mais além do poente
Onde vive, ausente, o meu sonhar reiúno

Amada, amada
Por viver sozinho, não me apego a nada

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