Letra de Cruzando na Villa Ansina - Paulo Feijó
Disco A
01
Verso de Apresentação
02
Mais Gaúcho
03
Cheirando a Creolim
04
Uma Carreira das Buenas
05
Ofício de Peão
06
O Silêncio
07
Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira!
08
Amor Imenso
09
Namoro de Gato
10
Cabanha do Pontal
11
Louquinha da Fronteira
12
Cruzando na Villa Ansina
13
Gritos de Gaiteiro
14
Empurrando o Peito
15
Amor Del Alma
16
Terra É Guaíba
Cruzando na Villa Ansina
(Anomar Danúbio Vieira/Juliano Gomes)
Quando a noite me surpreende cruzando a Villa Ansina
Na ventena sem cortina recende o cheiro da farra
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
Sujeito minha douradilha, troco o meu pala de braço
Me apeio ao som de um gaitaço na encruzilhada da vila
E o "muierio" se perfila na sala, cortando espaço
E o "muierio" se perfila na sala, cortando espaço
A cordeona três ilheiras, por gaviona, corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco dum chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco dum chamarrão pacholento
A noite se para frouxa depois que armo o mundéu
Brilha um pedaço de céu no olhar de cada morocha
Que bailam de rédea frouxa no aperto deste escarcéu
Que bailam de rédea frouxa no aperto deste escarcéu
Hace'endo, pos, Villa Ansina que tu me cruza o caminho
Pra quem vagueia sozinho pro templo da perdição
Onde deixo o coração enredado num carinho
Onde deixo o coração enredado num carinho
A cordeona três ilheiras, por gaviona, corcoveia...
Quando a noite me surpreende cruzando a Villa Ansina
Na ventena sem cortina recende o cheiro da farra
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
E uma inquietude me agarra entre fumaça e neblina
Sujeito minha douradilha, troco o meu pala de braço
Me apeio ao som de um gaitaço na encruzilhada da vila
E o "muierio" se perfila na sala, cortando espaço
E o "muierio" se perfila na sala, cortando espaço
A cordeona três ilheiras, por gaviona, corcoveia
Num ranchito de fronteira quinchado de lua cheia
Alço o liso e fundo branco, pra clarear o pensamento
E o baile acende no tranco dum chamarrão pacholento
E o baile acende no tranco dum chamarrão pacholento
A noite se para frouxa depois que armo o mundéu
Brilha um pedaço de céu no olhar de cada morocha
Que bailam de rédea frouxa no aperto deste escarcéu
Que bailam de rédea frouxa no aperto deste escarcéu
Hace'endo, pos, Villa Ansina que tu me cruza o caminho
Pra quem vagueia sozinho pro templo da perdição
Onde deixo o coração enredado num carinho
Onde deixo o coração enredado num carinho
A cordeona três ilheiras, por gaviona, corcoveia...