Letra de O Silêncio - Paulo Feijó
Disco A
01
Verso de Apresentação
02
Mais Gaúcho
03
Cheirando a Creolim
04
Uma Carreira das Buenas
05
Ofício de Peão
06
O Silêncio
07
Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira!
08
Amor Imenso
09
Namoro de Gato
10
Cabanha do Pontal
11
Louquinha da Fronteira
12
Cruzando na Villa Ansina
13
Gritos de Gaiteiro
14
Empurrando o Peito
15
Amor Del Alma
16
Terra É Guaíba
O Silêncio
(Edilberto Bérgamo/Aléx Silveira)
Quem me parece um silêncio n'alma
Na noite solta que se vem a mim
E renascendo nessas horas calmas
Rompe barreiras do seu próprio fim
Quem já permite ao seu cotidiano
Momentos calmos e uma solidão
Amansa o rumo do seu próprio plano
Planta taperas no seu coração
O rancho tosco será testemunha
Do meu silêncio invadindo a vida
Um mate novo pra sorver os sonhos
Das minhas mágoas que são tão sentidas
Então pergunto nas razões que trago
Qual o motivo pra um desassossego
Talvez os olhos daquela morena
Seja uma estrada de guardar segredos
Mas muitas vezes é melhor o nada
Do que o silêncio que nos arrodeia
Pois toda fúria que em nós deságua
Acaba um dia no cristal da areia
A gente aprende no amanhã, depois
No próprio rastro que ficou no pó
Que é necessário se viver a dois
Do que o silêncio de viver tão só
O rancho tosco será testemunha...
Quem me parece um silêncio n'alma
Na noite solta que se vem a mim
E renascendo nessas horas calmas
Rompe barreiras do seu próprio fim
Quem já permite ao seu cotidiano
Momentos calmos e uma solidão
Amansa o rumo do seu próprio plano
Planta taperas no seu coração
O rancho tosco será testemunha
Do meu silêncio invadindo a vida
Um mate novo pra sorver os sonhos
Das minhas mágoas que são tão sentidas
Então pergunto nas razões que trago
Qual o motivo pra um desassossego
Talvez os olhos daquela morena
Seja uma estrada de guardar segredos
Mas muitas vezes é melhor o nada
Do que o silêncio que nos arrodeia
Pois toda fúria que em nós deságua
Acaba um dia no cristal da areia
A gente aprende no amanhã, depois
No próprio rastro que ficou no pó
Que é necessário se viver a dois
Do que o silêncio de viver tão só
O rancho tosco será testemunha...