Letra de Cabanha do Pontal - Paulo Feijó
Disco A
01
Verso de Apresentação
02
Mais Gaúcho
03
Cheirando a Creolim
04
Uma Carreira das Buenas
05
Ofício de Peão
06
O Silêncio
07
Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira!
08
Amor Imenso
09
Namoro de Gato
10
Cabanha do Pontal
11
Louquinha da Fronteira
12
Cruzando na Villa Ansina
13
Gritos de Gaiteiro
14
Empurrando o Peito
15
Amor Del Alma
16
Terra É Guaíba
Cabanha do Pontal
(Jader Schmitt/Paulo Feijó)
Foi obra de Deus, don Vitoriano
Abrir as portas deste manancial
Estendendo suas raízes, desbravando seu ideal
Se expandindo a filiação, enlace matrimonial
Sangues de procedência se unem
Don Vitoriano centeno e Bento Gonçalves general
Passado que traz à tona em quem se acampa por aqui
Em quadras de sesmarias de histórias pra repartir
Figueiras de tantas idades, velhos guardiões das estâncias
Foram sombras pra generais
Mas hoje figueiras de paz, amenizando nossas ânsias
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou
Entre o garbo e o entono, já sabem de onde sou
Da rédea à morfologia, coisa que não tem igual
Ventania da Lagoa, doma assim não dá à toa
Só a Cabanha do Pontal
Manadas com rusticidade, padrões de morfologia
Em reproduções lindeiras, a trabalho, montaria
Freio de Ouro BT, Fiorras de Rédeas, Bocal de Ouro Oigalê
Freio de Ouro Ganadeiro, Ibirapuitã
Sangue de La Invernada Pasquero, joias raras de se ter
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou...
Da história feita a cavalo, com bravura e com coragem
Nesses caminhos remotos o Rio Grande pediu passagem
Da alma vem a grandeza de pelear pela verdade
Pois quem um dia foi rei, nunca perderá a majestade
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou...
Foi obra de Deus, don Vitoriano
Abrir as portas deste manancial
Estendendo suas raízes, desbravando seu ideal
Se expandindo a filiação, enlace matrimonial
Sangues de procedência se unem
Don Vitoriano centeno e Bento Gonçalves general
Passado que traz à tona em quem se acampa por aqui
Em quadras de sesmarias de histórias pra repartir
Figueiras de tantas idades, velhos guardiões das estâncias
Foram sombras pra generais
Mas hoje figueiras de paz, amenizando nossas ânsias
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou
Entre o garbo e o entono, já sabem de onde sou
Da rédea à morfologia, coisa que não tem igual
Ventania da Lagoa, doma assim não dá à toa
Só a Cabanha do Pontal
Manadas com rusticidade, padrões de morfologia
Em reproduções lindeiras, a trabalho, montaria
Freio de Ouro BT, Fiorras de Rédeas, Bocal de Ouro Oigalê
Freio de Ouro Ganadeiro, Ibirapuitã
Sangue de La Invernada Pasquero, joias raras de se ter
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou...
Da história feita a cavalo, com bravura e com coragem
Nesses caminhos remotos o Rio Grande pediu passagem
Da alma vem a grandeza de pelear pela verdade
Pois quem um dia foi rei, nunca perderá a majestade
A marca do meu gateado denuncia pr'onde vou...