Letra de Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira! - Paulo Feijó
Disco A
01
Verso de Apresentação
02
Mais Gaúcho
03
Cheirando a Creolim
04
Uma Carreira das Buenas
05
Ofício de Peão
06
O Silêncio
07
Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira!
08
Amor Imenso
09
Namoro de Gato
10
Cabanha do Pontal
11
Louquinha da Fronteira
12
Cruzando na Villa Ansina
13
Gritos de Gaiteiro
14
Empurrando o Peito
15
Amor Del Alma
16
Terra É Guaíba
Dê-lhe Gaita! Dê-lhe Vaneira!
(Eugênio Simonetto/André Teixeira)
Por pachola me atiça retoçar pelas biboca'
Pra bailar apertadito qual tatu dentro da toca
Da gaita velha bufando numa vaneira baguala
Pandeirito a dar costado e eu dê-lhe pata na sala
É assim que se "assucede" os bailongos de primeira
Alegria da gauchada nesses fundões de fronteira
É assim que se "assucede" os bailongos de primeira
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira
E o povo pula bem alto que nem banha em frigideira
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira
E eu vou que nem mingau quente, me lasqueando pelas beira'
Numa marca bem floreada, das do fole incendiar
E eu de beiço bem queimado e a vaneira a me cutucar
Já campeio uma percanta pra na sala adentrar
E a bailar trocando as pata' até o surungo se findar
É o retrato do Rio Grande, vertente de atavismo
Um bailongo de fronteira, o mais puro dos xucrismo
É o retrato do Rio Grande, vertente de atavismo
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira...
Por pachola me atiça retoçar pelas biboca'
Pra bailar apertadito qual tatu dentro da toca
Da gaita velha bufando numa vaneira baguala
Pandeirito a dar costado e eu dê-lhe pata na sala
É assim que se "assucede" os bailongos de primeira
Alegria da gauchada nesses fundões de fronteira
É assim que se "assucede" os bailongos de primeira
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira
E o povo pula bem alto que nem banha em frigideira
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira
E eu vou que nem mingau quente, me lasqueando pelas beira'
Numa marca bem floreada, das do fole incendiar
E eu de beiço bem queimado e a vaneira a me cutucar
Já campeio uma percanta pra na sala adentrar
E a bailar trocando as pata' até o surungo se findar
É o retrato do Rio Grande, vertente de atavismo
Um bailongo de fronteira, o mais puro dos xucrismo
É o retrato do Rio Grande, vertente de atavismo
Dê-lhe gaita, dê-lhe vaneira...