Letra de Palanqueando o Passado - Baitaca
Disco A
01
Campeiro Não Tem Enfeite
02
Prevendo o Futuro
03
Estampa Galponeira
04
Pinto Coió
05
Lamento de um Gaúcho
06
Abraçando o Rio Grande
07
Visita Pra um Amigo
08
Saudando Nossa Senhora
09
Seu Doutor Que Vida Braba
10
Um Taura da Templa Antiga
11
Ninguém é Mais Que Ninguém
12
Os Costumes da Estância
13
Palanqueando o Passado
Palanqueando o Passado
(Sou vento forte guasqueando, numa cruz abandonada
Pegando poeira da estrada na volta de um corredor
Sou campo, grama sou flor brotando na primavera
Sou um palanque do passado sobre um sinal de tapera)
Meu pago me dê licença que eu venho chegando agora
No tilintar das esporas demonstrarei quem eu sou
Por onde sepé cruzou venho seguindo seu rastro
Representando o rio grande com cheiro de terra e pasto
Sou clarão da lua cheia repontando a madrugada
Sou defendo tu agora onde descansa o tropeiro
Tudo fora galponeiro numa tarde de neblina
Meus versos por serem xucros retratam a pampa sulina
Sobretudo o quero-quero numa tarde de garoa
Onde o gado se amontoa sob uma costa de mato
Sou chimango e maragato mistura de duas raças
E não corro pra trincheira nem abaixo de fumaça
Sou lança de 35 peleando sobre a coxilha
Velha cepa farroupilha desse chão enraizada
Tem a marca registrada descascada no relento
São as tradições do rio grande
Cinchando nos quatro tentos
Sou vento forte guasqueando numa cruz abandonada
Pegando poeira da estrada na volta de um corredor
Sou campo, grama sou flor brotando na primavera
Sou um palanque do passado sobre um sinal de tapera
Sou tudo isso que falam e muito mais do imagino
Sou massaroca de crina no cangote dum ventena
Sou o rosetear de chilenas humilde simples sem luxo
Tropeando as reminiscências no velho pampa gaúcho
Pegando poeira da estrada na volta de um corredor
Sou campo, grama sou flor brotando na primavera
Sou um palanque do passado sobre um sinal de tapera)
Meu pago me dê licença que eu venho chegando agora
No tilintar das esporas demonstrarei quem eu sou
Por onde sepé cruzou venho seguindo seu rastro
Representando o rio grande com cheiro de terra e pasto
Sou clarão da lua cheia repontando a madrugada
Sou defendo tu agora onde descansa o tropeiro
Tudo fora galponeiro numa tarde de neblina
Meus versos por serem xucros retratam a pampa sulina
Sobretudo o quero-quero numa tarde de garoa
Onde o gado se amontoa sob uma costa de mato
Sou chimango e maragato mistura de duas raças
E não corro pra trincheira nem abaixo de fumaça
Sou lança de 35 peleando sobre a coxilha
Velha cepa farroupilha desse chão enraizada
Tem a marca registrada descascada no relento
São as tradições do rio grande
Cinchando nos quatro tentos
Sou vento forte guasqueando numa cruz abandonada
Pegando poeira da estrada na volta de um corredor
Sou campo, grama sou flor brotando na primavera
Sou um palanque do passado sobre um sinal de tapera
Sou tudo isso que falam e muito mais do imagino
Sou massaroca de crina no cangote dum ventena
Sou o rosetear de chilenas humilde simples sem luxo
Tropeando as reminiscências no velho pampa gaúcho