Letra de Os Costumes da Estância - Baitaca
Disco A
01
Campeiro Não Tem Enfeite
02
Prevendo o Futuro
03
Estampa Galponeira
04
Pinto Coió
05
Lamento de um Gaúcho
06
Abraçando o Rio Grande
07
Visita Pra um Amigo
08
Saudando Nossa Senhora
09
Seu Doutor Que Vida Braba
10
Um Taura da Templa Antiga
11
Ninguém é Mais Que Ninguém
12
Os Costumes da Estância
13
Palanqueando o Passado
Os Costumes da Estância
Cantar de galo acorda o capataz
Que grita no mais levante peonada
Que eu já tô sentado na beira do fogo
Com a chaleira quente e a cuia cevada
Enquanto mateamo eu faço bem ligeiro
Café campeiro pra firmá o servido
Na panela preta tenho o revirado
Bucho aferventado com feijão mexido
Tendo por costume diz o peão caseiro
Vou pegar o sogueiro e vou a tear os cavalos
Se algum dos matungo refugar a manada
Só por pataquada já boto-lhe um pialo
Diz o capataz de poncho emalado
O tempo tá nublado e pode chover
Tirem os pelegos desabe o sombrero
Que mesmo com chuva vamo recorrer
Fica um dos peão pra arrumá a portera
Leva a cavadeira e o socador
Quebrou os palanque a cerca tá deitada
Na beira da estrada lá no corredor
Leva a cachorrada vão no meu costado
Pra tirar algum gado de dentro do mato
Depois de reunido levo pra mangueira
Pra curar bicheira, berne e carrapato
Cerra a manada dê água e cuiudo
Que um peão macanudo oréia e segura
Enquanto um dosa outro tosa as crina
Empareia os cascos e troca a ferradura
Pra bagual inteiro deixa esse gateado
Que é confirmado e vai dar marchador
Arranca da faca e capa esse outro caco
Porque esse não presta pra reprodutor
Que grita no mais levante peonada
Que eu já tô sentado na beira do fogo
Com a chaleira quente e a cuia cevada
Enquanto mateamo eu faço bem ligeiro
Café campeiro pra firmá o servido
Na panela preta tenho o revirado
Bucho aferventado com feijão mexido
Tendo por costume diz o peão caseiro
Vou pegar o sogueiro e vou a tear os cavalos
Se algum dos matungo refugar a manada
Só por pataquada já boto-lhe um pialo
Diz o capataz de poncho emalado
O tempo tá nublado e pode chover
Tirem os pelegos desabe o sombrero
Que mesmo com chuva vamo recorrer
Fica um dos peão pra arrumá a portera
Leva a cavadeira e o socador
Quebrou os palanque a cerca tá deitada
Na beira da estrada lá no corredor
Leva a cachorrada vão no meu costado
Pra tirar algum gado de dentro do mato
Depois de reunido levo pra mangueira
Pra curar bicheira, berne e carrapato
Cerra a manada dê água e cuiudo
Que um peão macanudo oréia e segura
Enquanto um dosa outro tosa as crina
Empareia os cascos e troca a ferradura
Pra bagual inteiro deixa esse gateado
Que é confirmado e vai dar marchador
Arranca da faca e capa esse outro caco
Porque esse não presta pra reprodutor