Letra de Semente - Os Monarcas
Lado A
01
Era Tum, Tum, Tum
02
Domingueira
03
Pago Dileto
04
Saudade de Baile
05
Cantor Pampeano
06
Guri de Rua
07
Versejando
08
Profissão de Gaiteiro
09
Gaita Xucra
10
Venta Rasgada
11
Guará Pitoco
12
Só No Sábado Que Vem
Lado B
01
Um Verso Pra Minha Prenda
02
A Voz do Gaudêncio
03
Chimarreando Só
04
Vanerinha do Retrato
05
Destino
06
Paleteando a Saudade
07
Semente
08
Rancho Sem Tramela
09
Moreninha de Erechim
10
Triste Despedida
11
Coração de Piá
12
Trote Seco
Semente
Me deram um naco de campo
pra plantar minha semente -
só plante na lua nova
germinando na crescente.
o meu pai fez serenata
minha mãe disse que sim
por isso que só existe
poesia dentro de mim!
sou cacimba de águas claras
vertente que nunca seca
me criei rolando o mundo
sempre levado da breca.
poesia, china e cantiga
me arrastam pra qualquer lado
cordeona chora comigo
quando canto apaixonado.
sou bugio, xote e vaneiras
dançando no chão batido -
sou cordeona de oito baixos
resmungando num gemido.
sou cantor das noites xucras
junto de um fogo de chão
sou o pouco que ainda resta
do rio grande a tradição.
por isso eu quero um pedaço
na história desta querência -
para os cantador do futuro
conhecerem a minha essência.
do homem a vida esquece
mas há o poeta verdadeiro
que é sempre relembrado
no calor de um braseiro.
pra plantar minha semente -
só plante na lua nova
germinando na crescente.
o meu pai fez serenata
minha mãe disse que sim
por isso que só existe
poesia dentro de mim!
sou cacimba de águas claras
vertente que nunca seca
me criei rolando o mundo
sempre levado da breca.
poesia, china e cantiga
me arrastam pra qualquer lado
cordeona chora comigo
quando canto apaixonado.
sou bugio, xote e vaneiras
dançando no chão batido -
sou cordeona de oito baixos
resmungando num gemido.
sou cantor das noites xucras
junto de um fogo de chão
sou o pouco que ainda resta
do rio grande a tradição.
por isso eu quero um pedaço
na história desta querência -
para os cantador do futuro
conhecerem a minha essência.
do homem a vida esquece
mas há o poeta verdadeiro
que é sempre relembrado
no calor de um braseiro.