Letra de Venta Rasgada - Os Monarcas
Lado A
01
Era Tum, Tum, Tum
02
Domingueira
03
Pago Dileto
04
Saudade de Baile
05
Cantor Pampeano
06
Guri de Rua
07
Versejando
08
Profissão de Gaiteiro
09
Gaita Xucra
10
Venta Rasgada
11
Guará Pitoco
12
Só No Sábado Que Vem
Lado B
01
Um Verso Pra Minha Prenda
02
A Voz do Gaudêncio
03
Chimarreando Só
04
Vanerinha do Retrato
05
Destino
06
Paleteando a Saudade
07
Semente
08
Rancho Sem Tramela
09
Moreninha de Erechim
10
Triste Despedida
11
Coração de Piá
12
Trote Seco
Venta Rasgada
Meu zaino meio assustado saiu perdendo os arreios
E fugiu em disparada foi um tombo dos mais feios
Tentei segurar o bicho, meu esforço foi em vão
Rompeu peiteira e rabiço e saiu escravando o chão
Não tem nada que levanta, dá-lhe boca e pega a estrada
Pois só não cai quem não monta na vida, venta rasgada
Não há rodada mais feia, nem queda mais desastrada
Do que frouxar-se do pingo na frente da namorada
O índio vermelha a crista, da de rédea e perde o rumo
Se atira de contra a cerca que nem gado pra consumo
Meu flete é manso de rédea, não foge de marimbondo
Mais se ouve guizo de cobra, se nega e esparta o tombo
Um ginete que se presa conta com a fibra e com a sorte
Só vou deixar de montar com a rodada da morte
E fugiu em disparada foi um tombo dos mais feios
Tentei segurar o bicho, meu esforço foi em vão
Rompeu peiteira e rabiço e saiu escravando o chão
Não tem nada que levanta, dá-lhe boca e pega a estrada
Pois só não cai quem não monta na vida, venta rasgada
Não há rodada mais feia, nem queda mais desastrada
Do que frouxar-se do pingo na frente da namorada
O índio vermelha a crista, da de rédea e perde o rumo
Se atira de contra a cerca que nem gado pra consumo
Meu flete é manso de rédea, não foge de marimbondo
Mais se ouve guizo de cobra, se nega e esparta o tombo
Um ginete que se presa conta com a fibra e com a sorte
Só vou deixar de montar com a rodada da morte