Letra de Só No Sábado Que Vem - Os Monarcas
Lado A
01
Era Tum, Tum, Tum
02
Domingueira
03
Pago Dileto
04
Saudade de Baile
05
Cantor Pampeano
06
Guri de Rua
07
Versejando
08
Profissão de Gaiteiro
09
Gaita Xucra
10
Venta Rasgada
11
Guará Pitoco
12
Só No Sábado Que Vem
Lado B
01
Um Verso Pra Minha Prenda
02
A Voz do Gaudêncio
03
Chimarreando Só
04
Vanerinha do Retrato
05
Destino
06
Paleteando a Saudade
07
Semente
08
Rancho Sem Tramela
09
Moreninha de Erechim
10
Triste Despedida
11
Coração de Piá
12
Trote Seco
Só No Sábado Que Vem
A chamarra solta a chincha num corcoveo rabonado
e um lampião acena a chama clareando os quatro costados
vem sestrosa da cozinha igual mulita da toca
com tope de fita e tudo um exemplar de chinoca.
É hoje penso ligeiro que gasto em um eito de prosa
e levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa.
É hoje penso ligeiro que gasto um eito de prosa
e levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa.
uma cordeona castiga lua a lua, sol a sol;
começa no lusco fusco e só cala no arrebol.
entre a poeira e brilhantina se foi meu taco de bota
surrando lombo do chão montado nota por nota
saudando a barra do dia lá do fundo do quintal
o galo despertador sola um canto matinal.
cala-se a velha cordeona, dorme um lampião sonolento
e a prosa que não gastei levo de volta nos tentos.
retorno como cheguei , eu o pingo e mais ninguém
porque a resposta da prenda só no sábado que vem.
e um lampião acena a chama clareando os quatro costados
vem sestrosa da cozinha igual mulita da toca
com tope de fita e tudo um exemplar de chinoca.
É hoje penso ligeiro que gasto em um eito de prosa
e levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa.
É hoje penso ligeiro que gasto um eito de prosa
e levo pros meus pelegos essa prendinha dengosa.
uma cordeona castiga lua a lua, sol a sol;
começa no lusco fusco e só cala no arrebol.
entre a poeira e brilhantina se foi meu taco de bota
surrando lombo do chão montado nota por nota
saudando a barra do dia lá do fundo do quintal
o galo despertador sola um canto matinal.
cala-se a velha cordeona, dorme um lampião sonolento
e a prosa que não gastei levo de volta nos tentos.
retorno como cheguei , eu o pingo e mais ninguém
porque a resposta da prenda só no sábado que vem.