Letra de A Voz do Gaudêncio - Os Monarcas
Lado A
01
Era Tum, Tum, Tum
02
Domingueira
03
Pago Dileto
04
Saudade de Baile
05
Cantor Pampeano
06
Guri de Rua
07
Versejando
08
Profissão de Gaiteiro
09
Gaita Xucra
10
Venta Rasgada
11
Guará Pitoco
12
Só No Sábado Que Vem
Lado B
01
Um Verso Pra Minha Prenda
02
A Voz do Gaudêncio
03
Chimarreando Só
04
Vanerinha do Retrato
05
Destino
06
Paleteando a Saudade
07
Semente
08
Rancho Sem Tramela
09
Moreninha de Erechim
10
Triste Despedida
11
Coração de Piá
12
Trote Seco
A Voz do Gaudêncio
Andaram dizendo que o pampa calou
Que o povo parou para ouvir o silêncio
Mentira daqueles que falam de nós
Escutem a voz do negro Gaudêncio
(Gravada no tempo do bolo de milho
Que o pai e o filho viviam da terra
Parando rodeio, correndo carreira
E guardando a fronteira em tempo de guerra)
A fúria dos ventos que chegam do norte
Tem cheiro de morte tirado da rede
O mundo acampado à beira do rio
Tirita de frio e morre de sede
Tratados de paz alegram vivente
Passado e presente proseiam agora
Projetam no tempo a minha canção
Amor e razão não precisam espora
Verdade se diga na cara de todos
Os grandes engodos são sempre distintos
Convidam os pobres pras festas povoeiras
Que vivem à beira dos ranchos famintos
Que o povo parou para ouvir o silêncio
Mentira daqueles que falam de nós
Escutem a voz do negro Gaudêncio
(Gravada no tempo do bolo de milho
Que o pai e o filho viviam da terra
Parando rodeio, correndo carreira
E guardando a fronteira em tempo de guerra)
A fúria dos ventos que chegam do norte
Tem cheiro de morte tirado da rede
O mundo acampado à beira do rio
Tirita de frio e morre de sede
Tratados de paz alegram vivente
Passado e presente proseiam agora
Projetam no tempo a minha canção
Amor e razão não precisam espora
Verdade se diga na cara de todos
Os grandes engodos são sempre distintos
Convidam os pobres pras festas povoeiras
Que vivem à beira dos ranchos famintos