Letra de Versejando - Os Monarcas
Lado A
01
Era Tum, Tum, Tum
02
Domingueira
03
Pago Dileto
04
Saudade de Baile
05
Cantor Pampeano
06
Guri de Rua
07
Versejando
08
Profissão de Gaiteiro
09
Gaita Xucra
10
Venta Rasgada
11
Guará Pitoco
12
Só No Sábado Que Vem
Lado B
01
Um Verso Pra Minha Prenda
02
A Voz do Gaudêncio
03
Chimarreando Só
04
Vanerinha do Retrato
05
Destino
06
Paleteando a Saudade
07
Semente
08
Rancho Sem Tramela
09
Moreninha de Erechim
10
Triste Despedida
11
Coração de Piá
12
Trote Seco
Versejando
Bota o basto na poesia quando a aurora se debruça
pressinto a barra do dia e o faro logo se aguça
total se estou mal dormido não me custa amanhecer
cantando um verso comprido só pra ver o sol nascer
batucas com o bordão troteio lento na prima
com a gaita de botão e o fole xucro se empina
o verso é uma conseqüência pra quem canta a vida inteira
que vem rever a querência neste retorno a fronteira
o rio cruza corcoveando bagual xucro e desconfiado
como a mandar mareteando que eu cante um verso rimado
nos mates largo que sorvo, ao cheiro do campo em flor
no ventre da mata virgem vestindo o verde frescor.
pressinto a barra do dia e o faro logo se aguça
total se estou mal dormido não me custa amanhecer
cantando um verso comprido só pra ver o sol nascer
batucas com o bordão troteio lento na prima
com a gaita de botão e o fole xucro se empina
o verso é uma conseqüência pra quem canta a vida inteira
que vem rever a querência neste retorno a fronteira
o rio cruza corcoveando bagual xucro e desconfiado
como a mandar mareteando que eu cante um verso rimado
nos mates largo que sorvo, ao cheiro do campo em flor
no ventre da mata virgem vestindo o verde frescor.