Letra de Cantiga Do Só - Clóvis Mendes

Cantiga Do Só

(Luis Lopes de Souza/Clóvis Mendes)

Quando canto as amarguras, recordando o que eu perdi
O sal da mágoa traz rimas a um verso que fiz pra ti
Há um bordoneio silente na escala da realidade
Com notas que se desenham em contraponto à saudade

Canto pedindo que volte aos enleios dos meus braços
Pra ser a razão, morena, das cantilenas que faço
Vou semear rosas vermelhas nestes caminhos sem fim
Pra que tu possas pisar quando voltares pra mim

Acordes cruzam caminhos, sonorizando o deserto
Num caminho que me leva a outro lugar incerto
A mão da brisa acalanta, acariciando a melena
Só os fantasmas consolam com serenatas de pena

Quando canto as amarguras, guitarreando as próprias ânsias
Só te encontro no eco se apagando na distância
Vou semear rosas vermelhas nestes caminhos sem fim
Pra que tu possas pisar quando voltares pra mim

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