Letra de Paragens Do Sul - Grupo Manotaço
Disco A
01
Coração Nas Esporas
02
Xucro E Campeiro
03
Baio Crina De Seda
04
Tropeiros
05
Bem à Moda Antiga
06
A Origem Dos Gaiteiros
07
Machão
08
Memórias
09
Vanera Tranquejada
10
Mate Sagrado
11
Rodeio Do Meu Sonho
12
E Lá Vou Eu
13
Foi Deus Que Me Fez Campeiro
14
Deixa Eu Te Amar Por Favor
15
De Rodeio Em Rodeio
16
Paragens Do Sul
17
Coisas De Campeiro
18
Mais Uma, Gaiteiro
19
Estilo De Domingo
20
Gaudério 100%
Paragens Do Sul
(Salvador Lamberty/Rico Baschera)
Nessas paragens do sul
Coração da minha terra
Vive um Rio Grande tão grande
Nas cores da primavera
Um paraíso encantado
No sul do meu continente
Jardim de moças bonitas
Terra de homens valentes
Sou gaúcho a cantar
Os campos e o mar
Oh, querência do céu tão azul
Minha terra canção
Forma de um coração
Esse é o meu Rio Grande do Sul
O verdejar das campinas
Da serra e do litoral
E os rios que parecem veias
Do pampa meridional
A tradição riograndense
Vive na voz do tropeiro
E a liberdade é um ritual
Num chimarrão companheiro
Sou gaúcho a cantar...
Na pradaria, as cigarras
Cantam saudando o verão
E, no rancho, um cancioneiro
Canta o chorar de um violão
Enquanto a gaita soluça
Pra lhes fazer companhia
Um bate-casco campeiro
Saudando o clarear do dia
Sou gaúcho a cantar...
Os alecrins sarandeiam
Pelo rufar do minuano
Tudo parece tão perto
Para o gaúcho aragano
Jamais ninguém me separa
Deste torrão sem igual
Serei sempre um sentinela
Deste Rio Grande imortal
Nessas paragens do sul
Coração da minha terra
Vive um Rio Grande tão grande
Nas cores da primavera
Um paraíso encantado
No sul do meu continente
Jardim de moças bonitas
Terra de homens valentes
Sou gaúcho a cantar
Os campos e o mar
Oh, querência do céu tão azul
Minha terra canção
Forma de um coração
Esse é o meu Rio Grande do Sul
O verdejar das campinas
Da serra e do litoral
E os rios que parecem veias
Do pampa meridional
A tradição riograndense
Vive na voz do tropeiro
E a liberdade é um ritual
Num chimarrão companheiro
Sou gaúcho a cantar...
Na pradaria, as cigarras
Cantam saudando o verão
E, no rancho, um cancioneiro
Canta o chorar de um violão
Enquanto a gaita soluça
Pra lhes fazer companhia
Um bate-casco campeiro
Saudando o clarear do dia
Sou gaúcho a cantar...
Os alecrins sarandeiam
Pelo rufar do minuano
Tudo parece tão perto
Para o gaúcho aragano
Jamais ninguém me separa
Deste torrão sem igual
Serei sempre um sentinela
Deste Rio Grande imortal